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Uma paciente de 45 anos, previamente hígida, procura o pronto-socorro com queixa de dor cervical intensa, disfagia, trismo e voz abafada há 3 dias. Ao exame, apresenta abaulamento cervical, rigidez do pescoço e sialorreia. Durante a avaliação, refere piora súbita da dispneia, com início de estridor. A hipótese diagnóstica é de abscesso cervical profundo com risco iminente de obstrução das vias aéreas. Considerando as informações do caso, qual é a conduta inicial mais adequada para o manejo da via aérea?
Realizar intubação orotraqueal rápida às cegas, para evitar perda de tempo com exames adicionais.
Solicitar tomografia computadorizada antes de qualquer intervenção, para avaliar a extensão da infecção.
Realizar intubação nasal guiada por fibroscopia, em ambiente controlado, com visualização direta da via aérea.
Tentar sedação leve e ventilação com máscara até obtenção de exames de imagem.
Realizar imediatamente traqueostomia de urgência em todos os casos, independentemente da possibilidade de intubação.