

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Uma paciente de 48 anos, em tratamento oncológico com um novo anticorpo monoclonal, desenvolveu anafilaxia de início rápido durante a primeira infusão. Após o manejo da crise e estabilização clínica, a equipe decide pela investigação da hipersensibilidade e, caso indicado, pela Dessensibilização Rápida (DR) para permitir a continuidade do tratamento vital. Dados iniciais apontam para uma reação tipo I, IgE-mediada. Considerando os avanços e as nuances da dessensibilização a fármacos biológicos conforme a literatura especializada, qual das alternativas a seguir é a mais precisa e completa a respeito do procedimento e de seus aspectos diagnósticos ou de manutenção?
A DR é um procedimento seguro para reações tipo I a biológicos, mas a tolerância induzida é transitória e exige readministração diária do medicamento para ser mantida, não sendo aplicável em casos de anafilaxia prévia.
Biomarcadores como a triptase sérica são úteis para identificar e classificar reações de hipersensibilidade tipo I, mas não possuem valor preditivo para o sucesso da dessensibilização nem podem ser usados para monitorar a tolerância induzida.
A taxa de reações de hipersensibilidade a biológicos é menor quando comparada a outras drogas, e o uso de omalizumabe como pré-medicação é universalmente eficaz para todas as reações IgE-mediadas, garantindo um protocolo de dessensibilização sem intercorrências.
A DR é um procedimento padronizado eficaz na superação da maioria das reações de hipersensibilidade a biológicos, e a tolerância induzida depende da exposição contínua ao fármaco.
Excipientes como o polissorbato são frequentemente responsáveis por reações de hipersensibilidade a biológicos, mas testes cutâneos para esses excipientes são controversos e não têm utilidade clínica na avaliação pré-dessensibilização para anticorpos monoclonais.