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Mulher de 42 anos com doença de Crohn ileocolônica há 14 anos atualmente em uso de infliximabe, sem sinais de atividade, nunca apresentou estenoses ou fístulas. Em consulta para revisão de exames, ela pergunta se existe risco aumentado de câncer e como deve ser monitorada. Qual orientação está de acordo com a diretriz da ECCO e é aplicável ao cenário brasileiro?
Não há necessidade de rastreio se a doença estiver em remissão clínica.
Apenas pacientes com Colangite Esclerosante Primária (CEP) devem fazer rastreio de câncer colorretal.
A colonoscopia de vigilância deve ser realizada com cromoscopia sempre que disponível.
A tomografia com contraste oral deve ser repetida anualmente como vigilância oncológica.
A vacinação contra HPV elimina o risco de câncer anal nesse grupo.