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Para responder às questões 34 e 35, considere o caso a seguir:
Uma mulher, 37 anos, previamente hipertensa, é admitida no pronto-socorro com histórico de rebaixamento do nível de consciência. Ao exame neurológico, encontrava-se em Glasgow 11, rigidez nucal importante, pupilas isofotorreagentes e sem déficits neurológicos evidentes. Foi realizado o exame de imagem a seguir, conforme a Figura 1:

Após a realização de uma derivação ventricular externa e estabilização, a paciente foi submetida à angiografia cerebral, conforme apresentado na Figura 2 a seguir:

Sobre os aneurismas da bifurcação da artéria basilar, é INCORRETO afirmar que:
Correspondem a cerca de 50% dos aneurismas da circulação posterior.
As vantagens da abordagem subtemporal são: boa visualização da P1 contralateral, III nervo craniano fora do campo cirúrgico e pouca tração do lobo temporal.
Geralmente, os aneurismas do topo da artéria basilar são acessados pelo lado direito. Exceção ocorre mediante paralisia de III nervo à esquerda, hemiparesia à direita, artéria comunicante posterior padrão fetal unicamente à direita, colo aneurismático localizado em P1 à esquerda.
Os aneurismas de topo da artéria basilar encontram-se num espaço delimitado anteriormente pela clinoide posterior e clivus, lateralmente pelos lobos temporal-mesial, posteriormente pelos pedúnculos cerebrais e superiormente pelos corpos mamilares.
Pela baixa morbimortalidade dos procedimentos endovasculares atualmente, a embolização se tornou a primeira linha de tratamento em diversas instituições.