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Paciente do sexo feminino, 17 anos, previamente hígida, usuária regular de cigarro eletrônico (vape) há 1 ano, procura o pronto atendimento com quadro de febre, tosse seca intensa, dispneia progressiva e dor torácica bilateral com 4 dias de evolução. No exame da chegada, saturando 88% em ar ambiente, com taquicardia e taquipneia. Radiografia de tórax mostra infiltrado bilateral difuso. TC de tórax evidencia opacidades em vidro fosco e infiltrado peribrônquico bilateral, com áreas de consolidação. Exames laboratoriais mostram leucócitos de 12 mil sem desvio, PCR 120 mg/L, procalcitonina baixa. Hemoculturas negativas. RT-PCR para influenza e covid-19 negativos. Considerando o diagnóstico mais provável, qual seria a melhor conduta?
Iniciar antibioticoterapia de amplo espectro por evidência de pneumonia bacteriana grave.
Realizar corticoterapia sistêmica precoce após exclusão de infecções.
Broncoscopia de urgência para lavagem broncoalveolar e biópsia transbrônquica é sempre necessária nesses casos.
Iniciar tratamento antifúngico empírico por alta suspeita de aspergilose invasiva.
Realizar biópsia pulmonar cirúrgica precocemente para elucidação diagnóstica.