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As inflamações da úvea anterior (irite e iridociclite) são 4 vezes mais frequentes do que as coroidites ou coriorretinites, e as uveítes anteriores são as mais frequentemente associadas ao desequilíbrio da pressão intraocular, pelo comprometimento do sistema de drenagem ou de produção de humor aquoso. Referente ao glaucoma secundário às uveítes, é correto afirmar:
A ceratouveíte por herpes simples é frequentemente associada à elevação da pressão intraocular (PIO), e essa elevação da PIO está relacionada ao processo inflamatório da malha trabecular, sem componente de fechamento angular.
O mecanismo das modificações tensionais no curso das uveítes está relacionado apenas ao comprometimento da drenagem do humor aquoso pela formação de sinéquias iridocorneanas devido ao processo inflamatório.
Os midriáticos, como a pilocarpina, são utilizados no tratamento clínico de glaucoma uveítico com a finalidade de prevenir a formação de sinéquias anteriores e posteriores.
Uveítes cursam com o aumento da pressão intraocular quando apresentam redução na produção do humor aquoso.
Os análogos de prostaglandinas são as drogas hipotensoras oculares tópicas de escolha no tratamento de uveítes hipertensivas devido à sua potência e comodidade posológica.