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Em um cenário de crescente incidência de diabetes mellitus entre crianças e adolescentes, é fundamental que os médicos endocrinologistas pediátricos estejam bem informados sobre as características, diagnóstico e manejo das diferentes formas da doença. O diabetes tipo 1, frequentemente diagnosticado em crianças, resulta da destruição autoimune das células beta do pâncreas, enquanto o diabetes tipo 2, que tem se tornado mais prevalente devido a fatores como obesidade e sedentarismo, é associado a uma resistência à insulina. Compreender as nuances entre essas condições é crucial para um tratamento eficaz e prevenção de complicações.
Sobre o diagnóstico e manejo do diabetes mellitus em pediatria, assinale a alternativa verdadeira.
O Diabetes tipo 1 é, frequentemente, associado a uma resistência à insulina, resultando em hiperinsulinemia como uma das primeiras manifestações da doença.
A Hemoglobina Glicada (HbA1c) é um dos principais critérios diagnósticos para diabetes mellitus, sendo seu valor igual ou superior a 6,5%, indicativo de diabetes.
A cetoacidose diabética é uma complicação comum no diabetes tipo 2 infantil e pode ocorrer mesmo na ausência de hiperglicemia significativa.
O tratamento do diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes envolve, exclusivamente, mudanças no estilo de vida, sem necessidade de intervenções farmacológicas.