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Paciente do sexo masculino, 25 anos de idade, com histórico de artrite idiopática juvenil sistêmica (AIJS), é internado com febre diária alta, hepatoesplenomegalia, linfadenomegalia generalizada, pancitopenia e elevação de transaminases. Apresenta também hipotensão, coagulopatia e níveis de ferritina >10.000 ng/mL.
Com base no quadro clínico e laboratorial, é correto afirmar que
a dosagem de ferritina elevada nesse contexto é mais indicativa de hemólise autoimune, devendo ser confirmada com testes de Coombs e bilirrubinas.
níveis elevados de ferritina refletem boa resposta imunológica ao tratamento imunossupressor, sendo um sinal favorável.
a elevação extrema da ferritina pode ser um marcador sensível e sugestivo de síndrome de ativação macrofágica, uma complicação grave e potencialmente fatal.
a ferritina elevada em pacientes com doenças autoimunes geralmente está associada à atividade inflamatória crônica, sem valor diagnóstico específico.
níveis baixos de ferritina, especialmente abaixo de 30 ng/mL, são altamente sugestivos de inflamação sistêmica.