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As doenças exócrinas do pâncreas, notadamente a pancreatite crônica e os tumores ductais, implicam alterações estruturais e funcionais progressivas que comprometem a homeostase digestiva e metabólica. Considerando os mecanismos patofisiológicos, os critérios diagnósticos de imagem e os parâmetros de função exócrina, qual alternativa reflete uma compreensão integrada e atualizada desses processos?
A insuficiência exócrina manifesta-se precocemente, sendo o primeiro sinal clínico da pancreatite crônica independentemente da etiologia alcoólica ou autoimune.
Os testes diretos de secreção pancreática são preferidos sobre os testes indiretos em todos os contextos clínicos por apresentarem maior sensibilidade, mesmo em centros com baixa complexidade diagnóstica.
A calcificação pancreática ao exame tomográfico é indicativa de neoplasia maligna, devendo conduzir à ressecção imediata sem necessidade de biópsia.
A pancreatite crônica resulta da ativação intrapancreática recorrente de enzimas digestivas, culminando em inflamação estéril, fibrose progressiva e falência funcional.
A presença de dor epigástrica intermitente e esteatorreia, sem alterações estruturais evidentes, afasta o diagnóstico de disfunção pancreática crônica.