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O estado de mal asmático, condição de obstrução brônquica...

O estado de mal asmático, condição de obstrução brônquica persistente e refratária à terapêutica padrão, configura emergência respiratória com risco iminente de exaustão muscular ventilatória e parada respiratória. Considerando as recomendações da Global Initiative for Asthma (GINA) e da American Thoracic Society, selecione a proposição que melhor representa conduta farmacológica ou suporte ventilatório em conformidade com o manejo avançado da crise grave.


A

A indicação de intubação orotraqueal deve ser estabelecida em todos os pacientes com taquicardia e sibilância persistente, mesmo na ausência de sinais objetivos de esforço ventilatório máximo ou alteração da consciência.


B

O uso intermitente de beta2-agonistas de curta duração por via inalatória deve ser evitado nas fases iniciais da crise, pois seu uso contínuo pode precipitar colapso alveolar e barotrauma por hiperinsuflação dinâmica.


C

A presença de hipocapnia moderada e taquipneia sugere transição iminente para falência respiratória tipo II, sendo recomendada ventilação mecânica invasiva precoce como medida profilática.


D

A administração de anticolinérgicos inalados em ambiente hospitalar deve ser evitada nas crises graves, em virtude de sua interferência com a depuração mucociliar e potencial para broncoconstrição paradoxal.


E

O uso do sulfato de magnésio intravenoso, em dose única, constitui adjuvante terapêutico recomendado nos casos refratários aos broncodilatadores de curta ação, antes da escalada para suporte ventilatório invasivo.