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Paciente sexo feminino, 50 anos, portadora de artrite reumatoide em tratamento com metotrexato 25mg/ semana, ácido fólico 5mg/semana, prednisona 5mg continuamente há 5 anos. Está com a doença de base controlada com as medicações de uso regular. Entrou em menopausa há 3 anos. A paciente veio ao seu consultório de clínica médica procurando atendimento pois soube pela vizinha que "artrite reumatóide dá osteoporose” e que dessa forma, “precisava fazer densitometria óssea". Nunca teve história de queda ou fratura, nunca realizou densitometria óssea. A conduta mais adequada em relação ao atendimento, nesse caso, é:
tem indicação para realizar a densitometria óssea e análise de risco pelo FRAX. A paciente tem risco aumentado para osteoporose. Além da menopausa, tem artrite reumatoide e usa glicocorticoide cronicamente.
não há necessidade de realizar densitometria óssea, podendo ser avaliada pelo FRAX. A paciente apresenta risco maior para osteoporose devido ao uso de glicocorticoide, mas não pela artrite reumatoide.
não possui indicação de densitometria óssea pois não possui histórico de quedas ou fraturas e nem de realizar o FRAX, já que fez uso de dose baixa de glicocorticoide e a artrite reumatoide não aumenta risco de fratura.
Não tem indicação de realizar densitometria óssea, pois sua indicação formal é em todas as mulheres a partir de 65 anos, sendo errônea sua indicação em mulheres na pós menopausa sem fatores de risco.
Paciente possui indicação de realizar HRpQCT, como exame inicial, uma técnica que utiliza tomografia computadorizada que é mais sensível para paciente com uso crônico de corticoide.