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Paciente masculino, 28 anos, vítima de acidente automobilístico em colisão frontal, é admitido no pronto-socorro hemodinamicamente estável. Na avaliação inicial, apresenta dor abdominal difusa, sem sinais de irritação peritoneal. A Tomografia Computadorizada (TC) de abdome revelou lesão esplênica grau III com pequeno hematoma subcapsular, sem extravasamento de contraste e mínimo líquido livre na cavidade peritoneal. Foi iniciado Tratamento Não Operatório (TNO), com monitorização rigorosa em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Após 12 horas, o paciente evolui com aumento da dor abdominal, taquicardia (FC 120 bpm), hipotensão (PA 85/55 mmHg) e queda de 3 pontos nos níveis de hemoglobina. A reavaliação por ultrassonografia FAST evidenciou líquido livre na cavidade peritoneal nas três janelas abdominais. A conduta indicada neste caso é:
manter o tratamento não operatório com reposição volêmica e transfusão sanguínea.
solicitar nova tomografia computadorizada de abdome para reavaliação detalhada.
iniciar protocolo de transfusão maciça e observar clinicamente o paciente.
indicar laparotomia exploradora imediata associada a hemotransfusão.
inserir dreno peritoneal para monitorar a evolução da quantidade e do aspecto do líquido livre.