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Um lactente de 3 meses, sexo masculino internou na unidade de terapia intensiva pediátrica após entrar na emergência em estado de mal convulsivo. Realizada estabilização clínica com intubação orotraqueal e sedação em infusão continua foi constatada em radiografia toraco-abdominal no leito, fratura em metáfise proximal de fêmur direito. Solicitados exames complementares. Na radiografia de úmero esquerdo apresentava múltiplas fraturas e na tomografia de crânio fratura parietal a direita com hematoma subdural em mesmo lado. Fundo de olho com hemorragia retiniana afetando região da macula bilateralmente. Além de prestar o atendimento clinico, a conduta do médico plantonista frente a principal hipótese diagnostica deverá ser:
Aguardar a confirmação da violência contra a criança antes de realizar o preenchimento do SINAN.
Proibir a presença dos pais no acompanhamento do paciente, preencher SINAN e registrar um boletim de ocorrência na policia militar.
Solicitar ao serviço social do hospital que preencham a ficha de notificação ao ministério da saúde.
Preencher SINAN de violência, contactar o conselho tutelar da área da residência do paciente com auxílio da equipe multidisciplinar.
Ampliar a anamnese com os pais para confirmar a violência e então realizar o preenchimento da notificação ao ministério da saúde.