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A criança de 6 anos, portadora de síndrome nefrótica com insuficiência renal crônica em diálise peritoneal foi levada a emergência pediátrica com quadro clínico de vômitos, diarreia e sonolência, responsiva apenas ao estímulo álgico. Poucos minutos da admissão na UTIP evoluiu com parada cardiorrespiratória com ritmo chocável. Dois minutos após o segundo choque, via aérea avançada e acesso periférico com as manobras adequadas de reanimação pediátrica permanecia sem pulso e presentava o ritmo abaixo:

Pelas recomendações de reanimação pediátrica da American Heart Association a conduta mais apropriada a ser tomada a seguir seria:
Desfibrilar com 6 Jaules/kilograma.
Administrar Gluconato de cálcio.
Puncionar acesso intraósseo.
Interromper as manobras de reanimação.
Infundir lidocaína endovenosa 1 mg/kg em bolus.