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Sobre o diagnóstico da Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é correto afirmar:
apendicite aguda, infecção do trato urinário, litíase ureteral e torção de mioma uterino não são considerados diagnósticos diferenciais durante o raciocínio clínico do caso.
o tratamento da DIP pode ser prorrogado para realização de exames confirmatórios laboratoriais e de imagem que possam auxiliar no diagnóstico e avaliação da gravidade, mesmo se alta suspeição clínica do diagnóstico.
a ultrassonografia pélvica não tem validade por ser incapaz de afastar diagnósticos diferenciais.
o diagnóstico clínico é realizado a partir de três critérios maiores (dor hipogástrica, dor à palpação de anexos e à mobilização do colo uterino) associados a um critério menor (como febre, secreção endocervical anormal, leucocitose, VHS elevado, entre outros) ou elaborado (como evidência histopatológica de endometrite, evidência de DIP durante laparoscopia, entre outros).