

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Na consulta de avaliação inicial da paciente com desejo de congelar seus óvulos, entender o seu contexto de vida e o planejamento reprodutivo é de extrema importância. Essas informações são essenciais para guiar o momento ideal do tratamento e estabelecer uma possível meta de número de óvulos congelados. Além disso, o seu histórico de saúde pode trazer dados relevantes sobre doenças, cirurgias ou outras condições capazes de impactar a reserva ovariana ao longo da vida.
Com o objetivo de predizer a resposta da paciente à estimulação, é necessário realizar avaliação quantitativa da reserva ovariana.
Sobre a avaliação da reserva ovariana, assinale a alternativa correta.
A CFA (contagem de folículos antrais) considera folículos com diâmetro entre 5 e 15 mm como critério de avaliação.
Um valor de HAM inferior a 1,1 ng/mL está associado à baixa reserva ovariana.
O FSH basal é um marcador altamente sensível e o primeiro a se alterar com a queda da reserva ovariana.
Níveis elevados de estradiol no início do ciclo aumentam a confiabilidade da dosagem de FSH basal.
A estimulação ovariana não é possível de ser realizada em pacientes usuárias de DIU-levonorgestrel.
As alterações benignas da mama são motivos frequentes de consulta ginecológica. O diagnóstico diferencial entre nódulos sólidos e císticos é o primeiro passo na propedêutica. Assinale a alternativa CORRETA sobre o fibroadenoma mamário.
É o tumor benigno mais comum em mulheres jovens (20 a 30 anos), apresentando-se clinicamente como nódulo móvel, indolor, bem delimitado e de consistência fibroelástica.
É classificado na categoria BI-RADS 4 na ultrassonografia, exigindo biópsia excisional imediata devido ao alto risco de carcinoma oculto.
Sua transformação maligna é extremamente frequente, o que justifica a exérese cirúrgica obrigatória em todos os casos diagnosticados.
Origina-se da obstrução dos ductos lactíferos principais, acumulando secreção purulenta e necessitando de drenagem cirúrgica.
Caracteriza-se por ser um tumor de crescimento rápido, fixo aos planos profundos e à pele, comum na pós-menopausa.
O câncer de endométrio é a neoplasia ginecológica mais comum em países desenvolvidos e sua incidência vem aumentando. O conhecimento sobre seus fatores de risco e apresentação clínica é fundamental para o diagnóstico precoce. Acerca das patologias do corpo uterino, analise as afirmativas abaixo e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
(__)A hiperplasia endometrial com atipia é considerada uma lesão precursora do câncer de endométrio do tipo endometrioide (Tipo I) e possui alto risco de progressão para malignidade se não tratada.
(__)A obesidade é um fator de risco bem estabelecido para o câncer de endométrio, devido à conversão periférica de andrógenos em estrona pelo tecido adiposo, gerando um estado de hiperestrogenismo sem oposição da progesterona.
(__)O sangramento uterino anormal, especialmente na pós-menopausa, é o sintoma mais precoce e comum do câncer de endométrio, exigindo investigação imediata com ultrassonografia ou biópsia.
(__)O uso de Tamoxifeno no tratamento do câncer de mama exerce um efeito protetor sobre o endométrio, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento de pólipos e carcinoma endometrial.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, F, V, V.
F, V, V, F.
V, V, V, F.
V, F, F, V.
V, V, F, V.
O ciclo vital da mulher na saúde reprodutiva é marcado por fases hormonais e fisiológicas distintas, e a caracterização precisa das fases do ciclo vital da mulher, considerando idades aproximadas, mudanças hormonais e manifestações clínicas principais, é:
Puberdade (14-18 anos): ciclos irregulares e declínio hormonal com sintomas vasomotores; menacme (19-30 anos): menarca e maturação com riscos cardiovasculares; climatério (31-40 anos): amenorreia e osteoporose; pós-menopausa (41-50 anos): fertilidade máxima e ovulação regular.
Puberdade (20-30 anos): hipoestrogenismo e fraturas de fragilidade; menacme (31-40 anos): transição com ondas de calor; climatério (41-50 anos): menarca e pubarca; pós-menopausa (51- 60 anos): ciclos regulares sem sintomas.
Puberdade (8-13 anos): surgimento de telarca, pubarca, menarca e maturação gonadal com elevação de estrogênio/progesterona; menacme (14-45 anos): ciclos regulares, ovulação mensal e pico de fertilidade; climatério (45-55 anos): perimenopausa com irregularidades, declínio estrogênico e sintomas vasomotores/ urogenitais; pós-menopausa (>55 anos): amenorreia persistente, hipoestrogenismo e riscos osteometabólicos/cardiovasculares.
Puberdade (45-55 anos): amenorreia e declínio cognitivo; menacme (55+ anos): telarca e menarca; climatério (8-13 anos): fertilidade pico com irregularidades; pós-menopausa (14-45 anos): sintomas urogenitais e vasomotores.
Puberdade (31-40 anos): riscos osteometabólicos e cardiovasculares; menacme (41-50 anos): maturação gonadal; climatério (51-60 anos): ovulação mensal; pós-menopausa (8-13 anos): irregularidades cíclicas e insônia.
Mulher de 55 anos de idade, menopausa aos 50 anos, refere sangramento vaginal intermitente nos últimos 3 meses. Faz uso de tamoxifeno para tratamento de câncer de mama há 2 anos. Apresenta outras comorbidades, como obesidade, hipertensão arterial sistêmica e diabetes tipo 2. Ao exame, pressão arterial: 130/90 mmHg, IMC: 30 Kg/m², exame especular: mucosa atrófica, com colo e vagina sem lesões visíveis, com pequena quantidade de sangue coletado em fundo vaginal, sem sangramento ativo. Realizada ultrassonografia transvaginal (US-TV) que evidencia útero AVF, com volume de 120cm³, miométrio homogêneo, endométrio heterogêneo com espessura de 4 mm, ovários atróficos. Qual é a conduta adequada nessa situação?
Realizar ablação endometrial por histeroscopia.
Suspender o tamoxifeno.
Suspender o tamoxifeno e prescrever um inibidor de aromatase.
Realizar biópsia endometrial.
Realizar conduta expectante com nova US-TV em 3 meses.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
O prolapso de órgãos pélvicos é avaliado objetivamente pela classificação POP (Pílula Oral Progestativa)-Q (Pelvic Organ Prolapse Quantification). Compreender os pontos de referência é essencial para o estadiamento. Acerca da classificação POP-Q, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)O ponto Aa situa-se na parede vaginal anterior, 3 cm proximais ao meato uretral externo.
(__)O ponto C representa a borda distal do colo uterino ou a cúpula vaginal (em histerectomizadas).
(__)O Estádio 0 é definido quando não há prolapso demonstrável, com os pontos Aa, Ap, Ba e Bp em -3 cm.
(__)O comprimento total da vagina (TVL) não é mensurado no POP-Q, sendo irrelevante para o estadiamento.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, F, V, V.
F, V, V, F.
V, F, F, V.
V, V, V, F.
V, V, F, V.
Paciente de 38 anos, assintomática, refere saída espontânea de secreção pela mama esquerda. Ao exame físico, observa-se saída de líquido serossanguinolento, por ducto único, unidigital e unilateral à expressão da zona areolar esquerda. Não há nódulos palpáveis. A mamografia e a ultrassonografia mamária são classificadas como BI-RADS 1. Qual é a conduta propedêutica ou terapêutica mais adequada para este caso de descarga papilar patológica?
Ressonância Magnética das mamas para exclusão de carcinoma oculto antes de qualquer intervenção.
Citologia do fluxo papilar, visto que possui alta sensibilidade e especificidade para o diagnóstico de malignidade.
Exérese seletiva do ducto acometido (microdochectomia) ou dos ductos principais (exérese da pirâmide mamária) para diagnóstico histopatológico.
Tratamento clínico com Bromocriptina, assumindo provável hiperprolactinemia funcional oculta.
Seguimento clínico semestral, pois a ausência de achados nos exames de imagem afasta a necessidade de intervenção cirúrgica.
Paciente de 27 anos vem à primeira consulta ginecológica, dizendo que já havia iniciado atividade sexual. Submetida à pesquisa DNA-HPV, que veio positivo para HPV subtipo 58.
De acordo com o caso clínico e, com base nas novas Diretrizes para o Rastreamento do Câncer de Colo Uterino, publicadas em agosto de 2025, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta.
Solicitar nova pesquisa DNA-HPV em 1 ano.
Solicitar imediatamente a citologia.
Solicitar nova citologia em 1 ano.
Solicitar a colposcopia.
Realizar a cauterização do colo uterino com alta frequência.
OLM feminino 36 anos, tabagista leve, com enxaqueca com aura ativa, procura UBS solicitando método contraceptivo hormonal combinado oral. Sem outras comorbidades.
Segundo o Protocolo da Atenção Básica — Saúde das Mulheres — Ministério da Saúde, qual é a classificação normativa de elegibilidade para anticoncepcional hormonal combinado?
Categoria 4 — não deve ser usado (risco inaceitável).
Categoria 3 — uso geralmente não recomendado.
Categoria 2 — uso permitido em geral.
Categoria 1 — pode ser usado sem restrições.
O manejo da Síndrome Geniturinária da Menopausa (SGM), que cursa com secura vaginal e dispareunia, evoluiu além dos lubrificantes e do estrogênio vaginal. Novas terapias orais e locais buscam tratar a atrofia vulvovaginal. Analise as afirmativas a seguir sobre as terapias farmacológicas modernas para a SGM.
I.O Ospemifeno é um Modulador Seletivo do Receptor de Estrogênio (SERM) de terceira geração, administrado por via oral, que atua como agonista estrogênico no epitélio vaginal, promovendo a maturação epitelial e melhora da secura.
II.A Prasterona (DHEA) intravaginal é um hormônio esteroide que age localmente, sendo convertido intracelularmente em estrogênios e androgênios, e sua absorção sistêmica é mínima, não elevando os níveis de estradiol sérico acima da faixa da pós-menopausa.
III.O Laser de Dióxido de Carbono (CO2) fracionado vaginal é um tratamento hormonal que atua estimulando os receptores de progesterona no estroma vaginal, levando à neovascularização e síntese de colágeno.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS:
I, II e III.
I e III.
I e II.
II e III.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A regulação da foliculogênese e a seleção do folículo dominante dependem de um complexo "feedback" hormonal envolvendo as inibinas. Acerca da transição folicular-lútea, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A Inibina B é o principal produto das células da granulosa dos folículos antrais precoces e exerce "feedback" negativo seletivo sobre o Hormônio Folículo-Estimulante (FSH) na fase folicular.
(__)O folículo dominante é selecionado por possuir a menor quantidade de receptores de FSH, tornando-se menos sensível à queda deste hormônio.
(__)A Inibina A é produzida primariamente pelo corpo lúteo e, juntamente com o estradiol e a progesterona, suprime o FSH na fase lútea.
(__)O pico do Hormônio Luteinizante (LH) é desencadeado pela queda abrupta dos níveis de estradiol produzidos pelo folículo pré-ovulatório.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
V, V, F, F.
F, F, V, V.
F, V, F, V.
V, F, V, F.
O principal mecanismo de ação do Dispositivo Intrauterino de Cobre (DIU de Cobre) para prevenir a gravidez é:
liberar continuamente o hormônio progesterona, que espessa o muco cervical.
provocar o ressecamento total do endométrio, inviabilizando qualquer forma de nidação.
criar uma barreira física completa na entrada do colo do útero, impedindo a ascensão dos espermatozoides.
impedir a ovulação, bloqueando a liberação mensal do óvulo pelos ovários.
causar uma reação inflamatória estéril no endométrio, liberando íons de cobre que são tóxicos para os espermatozoides.
No contexto do diagnóstico clínico e por imagem da adenomiose, qual dos seguintes achados apresenta a melhor correlação diagnóstica e critérios de diferenciação em relação aos leiomiomas uterinos?
Apresença de zonas juncionais miometrais com espessura superior a 12 mm na Ressonância Magnética (RM), associada a focos de hipersinal em T2, possui alta especificidade para o diagnóstico.
O sinal de "sombra em leque" ou "em persiana" na ultrassonografia transvaginal é patognomônico de adenomioma focal, permitindo a exclusão imediata de leiomiomas intramurais.
Aavaliação por Doppler colorido da vascularização uterina revela que a adenomiose apresenta vasos periféricos que circundam a lesão (vascularização circunferencial), ao contrário dos miomas.
O aumento global do volume uterino (útero globoso) associado a uma simetria rigorosa entre as paredes anterior e posterior é o principal critério ultrassonográfico para adenomiose difusa.
Abiópsia endometrial por aspiração (Pipelle) é o método padrão-ouro para o diagnóstico definitivo, visto que a adenomiose é uma patologia que se origina da camada funcional do endométrio.
Caso hipotético: paciente de 52 anos, obesa, relata sangramento uterino anormal há 6 meses. Realizou biópsia de endométrio por amostragem manual (Pipelle), cujo laudo histopatológico revelou Hiperplasia Endometrial Atípica (Neoplasia Intraepitelial Endometrioide).
Sobre o manejo e as características dessa patologia, assinale a alternativa CORRETA.
Ahiperplasia endometrial sem atipias apresenta um risco de progressão para câncer de endométrio superior a 30% em um período de 10 anos se não for tratada.
A classificação atual da OMS (Organização Mundial da Saúde) divide as hiperplasias apenas em "Simples" e "Complexas", independentemente da presença de atipias citológicas.
Em pacientes jovens que desejam preservar a fertilidade, o uso de Dispositivo Intrauterino de Cobre (DIU) é a primeira linha de tratamento para reversão das atipias.
O tratamento de escolha para pacientes com prole constituída é a histerectomia total, preferencialmente por via minimamente invasiva, devido ao alto risco de progressão para carcinoma ou coexistência oculta de câncer.
O principal fator de risco para o desenvolvimento desta patologia é o excesso de progesterona, que causa a proliferação desordenada das glândulas endometriais.
No tratamento das vulvovaginites são utilizados fármacos de uso sistêmicos e/ou tópicos, a depender principalmente do fator etiológico. Em relação ao tratamento das vaginites, analise as proposições a seguir.
I- No tratamento da vaginite por Trichomonas vaginalis, uma opção terapêutica é o metronidazol 2g via oral em dose única ou o metronidazal gel por via vaginal durante 7 dias.
II- O tratamento da vaginose bacteriana tem como uma das alternativas o uso da clindamicina, creme 2% 5g intravaginal durante 7 dias e em caso de recidiva, deve-se utilizar outro regime terapêutico como o metronidazol oral ou vaginal.
III- Fluconazol e itraconazol são as drogas de escolha para uso sistêmico no tratamento de candidíase vulvovaginal. ÉCORRETO o que se afirma em:
I e III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, apenas.
I, II e III.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Caso hipotético: uma primípara de 25 anos, em sua terceira semana de pós-parto, comparece à consulta com quadro de dor intensa, calor, rubor e edema em quadrante superior lateral da mama direita, acompanhado de febre (38,5°C) e mal-estar geral há 24 horas. Ela nega flutuação à palpação.
Qual é a conduta inicial mais adequada para este caso?
Prescrever compressas quentes e massagem local, sem necessidade de medicação neste estágio.
Prescrever antibioticoterapia com cefalexina e orientar a manutenção da amamentação na mama afetada.
Realizar Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF) para cultura e iniciar tratamento apenas com anti-inflamatórios.
Solicitar ultrassonografia de mamas imediatamente e aguardar o resultado para iniciar o antibiótico.
Suspender o aleitamento materno na mama afetada e iniciar antibioticoterapia com ciprofloxacino.
Em relação ao sangramento uterino anormal (SUA), analise as assertivas abaixo:
I. Imaturidade do eixo hipotálamo-hipófise-ovário, endocrinopatias e endometrite são causas não estruturais de SUA.
II. A investigação inicial do SUA em mulheres no menacme deve incluir hemograma e teste de gravidez.
III. Em mulheres no menacme e com mais de 45 anos de idade, a biópsia de endométrio deve ser realizada como primeira linha de investigação nas pacientes com SUA e, em qualquer idade, na presença de fatores de risco para câncer de endométrio.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e III.
I, II e III.
Na UBS, uma paciente de 50 anos com queixa de fogachos e ressecamento vaginal busca informações para saber se poderia fazer uso de reposição hormonal, pois ouviu dizer que os hormônios podem fazer muito mal. Assinale a alternativa que apresenta contraindicações à terapia hormonal na menopausa.
Doença hepática descompensada e doença cerebrovascular.
Dislipidemia e porfiria.
Doença coronariana e diabetes.
Tromboembolismo venoso e nódulo de mama.
Histórico familiar de câncer de mama e meningioma.
No ambulatório de pré-natal, você fornece à gestante informações sobre os benefícios da via de parto vaginal e ela questiona sobre a relação de incontinência urinária de esforço (IUE) após o parto. Diante desse questionamento, quanto à IUE, assinale a alternativa que apresenta uma informação correta a ser fornecida a essa gestante.
A multiparidade, o parto prolongado ou obstrutivo, assim como a história de IUE durante a gestação são reconhecidos fatores de risco.
Não são conhecidos fatores desencadeantes.
O peso fetal não representa risco.
A circunferência cefálica maior que 30 cm é um fator agravante.
O período expulsivo maior que 1 hora precede o seu desenvolvimento.
Em um hospital referência para atendimento de vítimas de violência sexual, a ordem preconizada das etapas de atendimento a essas pacientes é:
acolhimento; registro da história; coleta de vestígios; exames clínicos e ginecológicos; exames complementares; comunicação a autoridades e notificação; contracepção de emergência e profilaxia para HIV, IST e hepatite B; acompanhamento social, psicológico e seguimento ambulatorial.
acolhimento; registro da história; exames clínicos e ginecológicos; coleta de vestígios; exames complementares; contracepção de emergência e profilaxia para HIV, IST e hepatite B; comunicação a autoridades e notificação; acompanhamento social, psicológico e seguimento ambulatorial.
acolhimento; registro da história; exames clínicos e ginecológicos; coleta de vestígios; contracepção de emergência e profilaxia para HIV, IST e hepatite B; comunicação a autoridades e notificação; exames complementares; acompanhamento social, psicológico e seguimento ambulatorial.
registro da história; acolhimento; exames clínicos e ginecológicos; coleta de vestígios; comunicação a autoridades e notificação; exames complementares; contracepção de emergência e profilaxia para HIV, IST e hepatite B; acompanhamento social, psicológico e seguimento ambulatorial.
registro da história; acolhimento; coleta de vestígios; exames clínicos e ginecológicos; contracepção de emergência e profilaxia para HIV, IST e hepatite B; comunicação a autoridades e notificação; exames complementares; acompanhamento social, psicológico e seguimento ambulatorial.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.