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Sabe-se que a obesidade é uma doença associada a diversas comorbidades e assim ao aumento na mortalidade. Durante algum tempo, o tratamento medicamentoso baseou-se no uso de agentes anorexígenos catecolaminérgicos em sua maioria que tiveram sua comercialização suspensa em 2011, pela Anvisa. Considerando-se as opções farmacológicas disponíveis para tratamento da obesidade no Brasil, é correto o que se afirma em:
O orlistate atua inibindo a lipase pancreática e, por não apresentar atividade sistêmica, é a única medicação aprovada para uso na gestação.
A semaglutida, na dose de 2,4 mg semanal, em pacientes com doença cardiovascular preexistente e sobrepeso e/ou obesidade, mas sem diabetes, além de reduzir o peso, foi responsável por uma redução de 20% na incidência de mortes por causa cardiovascular.
A combinação de naltrexona, um antagonista do receptor opioide, com bupropiona, um inibidor de recaptação de norepinefrina, apresenta a mesma eficácia independente do fenótipo de obesidade do paciente.
A sibutramina é um inibidor de serotonina e norepinefrina e tem seu principal efeito no gasto calórico, aumentando o metabolismo basal dos usuários.
Tirzepatida, um duplo agonista GIP e GLP-1, não mostrou superioridade em peso quando comparada à semaglutida na dose máxima tolerada (1,7mg-2,4 mg) semanal.