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Em um RN com quadro de choque no terceiro dia de vida, inicia-se prostaglandina Ei. O ecocardiograma transtorácico apresenta coarctação da aorta ístmica crítica. Em relação à dilatação percutânea da via de saída do ventrículo esquerdo, é correto afirmar que:
Complicações da parede da aorta, como aneurismas após angioplastia com balão, ocorrem a curto prazo e nunca a longo prazo.
Em um escolar/adolescente, a angioplastia com balão é uma excelente opção terapêutica para coarctação da aorta nativa e não necessita uso de Stent endovascular.
O uso de stent endovascular na angioplastia percutânea pediátrica está indicado desde o período neonatal até a adolescência, pois possibilita posterior dilatação.
Na angioplastia percutânea para tratamento da coarctação da aorta, o cateter balão deve expandir a aorta em mais de 3 vezes o tamanho do segmento coarctado.
Complicações agudas ocorrem na angioplastia com balão para coarctação nativa em recém-nascidos e lactentes <12 meses, sendo mais frequente a lesão da artéria femoral.