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Um menino de 5 anos, diagnosticado com paralisia cerebral do tipo diplégica espástica, apresenta bom controle de tronco e consegue sentar-se sem apoio. Ele se desloca em ambientes internos com o auxílio de um andador posterior, mas necessita de cadeira de rodas para longas distâncias e em espaços externos. O exame mostra hipertonia predominante em membros inferiores e marcha em tesoura com equino leve. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta quanto à classificação funcional e ao prognóstico de marcha.
O menino corresponde ao nível GMFCS III, e há potencial para marcha funcional independente em todos os ambientes com o tratamento da espasticidade.
O paciente corresponde ao nível GMFCS II, e a marcha comunitária é esperada sem necessidade de dispositivos de apoio.
O paciente corresponde ao nível GMFCS III, e a marcha funcional é possível com dispositivos auxiliares em ambientes internos, mas a locomoção em longas distâncias depende de cadeira de rodas.
O paciente corresponde ao nível GMFCS IV, e a locomoção independente é improvável mesmo com dispositivos auxiliares.
O paciente corresponde ao nível GMFCS V, e não apresenta potencial para sentar-se sem apoio.