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Paciente masculino, de 60 anos, veio à consulta de revisão. Em seu histórico, constavam diabetes melito tipo 2 desde os 40 anos, hipertensão arterial, doença arterial periférica (amputação do hálux direito), retinopatia diabética e doença renal crônica. Além de losartana, anlodipino, furosemida e hidralazina, fazia uso de insulina NPH 24 U antes do café, almoço e janta, e de mais 10 U de insulina regular nos mesmos horários. Referiu hipoglicemia nas madrugadas. Ao exame físico, apresentava IMC de 36 kg/m2, pressão arterial de 159/80 mmHg, hálux direito amputado e pulsos impalpáveis nos membros inferiores. Os resultados dos exames revelaram HbA1c de 6,0%, glicemia de jejum de 85 mg/dl, creatinina de 2,68 mg/dl (TFG de 26 ml/min/ 1,73 m2), potássio de 5,2 mEq/l e albuminúria amostra de 449 mg/l (anterior de 1.928 mg/l). De acordo com a diretriz vigente, assinale a assertiva que contempla a conduta mais adequada.
A dose de insulina deve ser mantida, já que a HbA1c encontra-se em nível adequado.
Está indicada biópsia renal para esclarecer o diagnóstico da doença renal.
Está contraindicado uso de gliflozinas para este nível de função renal.
Está indicado uso de análogos do receptor do GLP-1 (glucagon-like peptide).