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Paciente feminina, de 72 anos, com histórico de hipertensão arterial, dislipidemia e tabagismo, vinha apresentando dor abdominal pós-prandial há 6 meses, associada à perda de 12 kg no período. Relatou evitar refeições por medo da dor. Angiotomografia com contraste demostrou estenose ostial de 70% do tronco celíaco, estenose ostial de 80% da artéria mesentérica superior e artéria mesentérica inferior ocluída. Exames laboratoriais estavam dentro da normalidade, sem sinais de isquemia intestinal aguda. A paciente era independente para as atividades da vida diária e não apresentava contraindicações clínicas para intervenção vascular. Com base nas diretrizes atuais, qual a conduta terapêutica mais adequada?
Realizar revascularização endovascular com stent recoberto autoexpansível na artéria mesentérica superior como abordagem inicial, considerando a anatomia e os sintomas.
Indicar revascularização cirúrgica aberta das duas artérias viscerais principais (tronco celíaco e mesentérica superior) com by-pass da aorta supracelíaca, pois a doença multivascular exige revascularização de dois vasos para o controle sintomático.
Realizar revascularização endovascular com stent expansível por balão na artéria mesentérica superior como abordagem inicial, considerando a anatomia e os sintomas.
Indicar revascularização cirúrgica aberta das duas artérias viscerais principais (tronco celíaco e mesentérica superior) com endarterectomia visceral transaórtica, pois a doença é ostial e multivascular, exigindo revascularização de dois vasos para o controle sintomático.