

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Um homem de 63 anos, internado em UTI por choque séptico refratário a pneumonia, encontra-se em uso de noradrenalina (0,5 mcg/kg/min), vasopressina (0,03 U/min) e ventilação mecânica. Após otimização volêmica guiada por pressão arterial média (PAM), o paciente mantém lactato sérico de 4,8 mmol/L, oligúria e tempo de enchimento capilar prolongado. A monitorização hemodinâmica mostra:
Qual interpretação é a mais adequada e qual deve ser a conduta prioritária?
O paciente apresenta hipovolemia residual, devendo receber expansão volêmica adicional guiada por Pressão Venosa Central (PVC).
O paciente apresenta baixo débito cardíaco persistente, sugerido por ScvO₂ <70% e ΔCO₂ elevado, sendo indicado iniciar suporte inotrópico (exemplo: dobutamina).
Os valores de PVC e POAP normais indicam adequada pré-carga, portanto não há necessidade de ajustes adicionais no suporte circulatório.
O aumento do ΔCO₂ reflete apenas hipoperfusão periférica, devendo-se priorizar a transfusão sanguínea para melhorar a oxigenação tecidual.
A combinação de ScvO₂ reduzida com ΔCO₂ aumentado sugere excesso de vasoconstrição pela noradrenalina, devendo-se reduzir sua dose.