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Um homem de 42 anos, com deficiência física (paraplegia após acidente automobilístico), é acompanhado em Unidade de Saúde da Família. O paciente apresenta risco aumentado para infecções urinárias de repetição e lesões por pressão. Durante visita domiciliar, a equipe multiprofissional percebe que a residência não possui adaptações arquitetônicas adequadas, o que limita sua mobilidade e dificulta o autocuidado. De acordo com as diretrizes do SUS e as estratégias de promoção da saúde e prevenção de doenças em pessoas com deficiência, qual deve ser a prioridade da equipe de saúde nesse caso?
Encaminhar o paciente para internação hospitalar preventiva, a fim de evitar complicações infecciosas ou úlceras por pressão.
Reforçar apenas a prescrição medicamentosa e recomendar uso contínuo de antibióticos profiláticos para prevenir infecções urinárias.
Implementar medidas educativas e de reabilitação, com orientações sobre cuidados com a pele, posicionamento adequado, esvaziamento vesical e incentivo ao autocuidado, além de articulação com serviços sociais para adaptação do domicílio.
Priorizar exclusivamente a emissão de laudos médicos para concessão de benefícios previdenciários e isenções fiscais.
Agendar consultas médicas periódicas sem necessidade de acompanhamento da equipe multiprofissional, pois o manejo clínico é suficiente.