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Uma paciente do sexo feminino, de 28 anos, primípara, está na quadragésima semana de gestação. Trata-se de uma parturiente com gestação de baixo risco, que foi admitida na maternidade na fase ativa do trabalho de parto. A enfermeira observa que a gestante apresenta contrações efetivas, dilatação cervical de 6 cm, boa vitalidade fetal e desejo de permanecer em posição vertical com o apoio de seu acompanhante. Considerando as diretrizes da Rede Cegonha e da Atenção Humanizada ao Parto e Nascimento, do Ministério da Saúde, qual das condutas abaixo é a mais adequada do ponto de vista técnico, ético e humanizado?
Orientar a gestante a manter-se em decúbito dorsal para facilitar a avaliação obstétrica e otimizar a administração de ocitocina, conforme protocolo.
Solicitar que o acompanhante aguarde fora da sala de parto durante a evolução da dilatação, a fim de preservar a rotina da equipe e evitar interferências no cuidado.
Estimular a parturiente a deambular e utilizar posições verticalizadas, favorecer métodos não farmacológicos de alívio da dor, e manter apoio contínuo do acompanhante.
Realizar toque vaginal a cada duas horas como rotina, para garantir monitoramento estrito da progressão do trabalho de parto.
Recomendar analgesia farmacológica precoce para garantir conforto da parturiente e acelerar a fase ativa, mesmo sem queixa de dor intensa.