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Homem, 65 anos, diabético tipo 2 e hipertenso, chega à emergência com fraqueza muscular progressiva e palpitações. Encontra-se em uso de enalapril e espironolactona.
Exames laboratoriais:
• Potássio sérico – 6,8 mEq/L.
• Creatinina – 2,5 mg/dL (baseline 1,4).
• pH arterial – 7,28.
• ECG – ondas T apiculadas, alargamento do QRS.
Qual é a conduta mais adequada inicialmente para o paciente, considerando que ele apresenta hipercalemia grave e alteração eletrocardiográfica?
Administrar apenas diurético de alça (furosemida) para promover excreção renal do potássio.
Suspender a espironolactona e iniciar restrição dietética; repetir potássio em 12 horas antes de qualquer intervenção farmacológica.
Iniciar insulina regular com glicose IV, bicarbonato e gluconato de cálcio IV imediatamente, monitorando ECG; considerar remoção definitiva do potássio (diálise) se refratário.
Administrar apenas bicarbonato IV, pois acidose metabólica é a principal causa do aumento do potássio.
Iniciar beta-agonista inalatório isoladamente, porque é suficiente para correção do potássio sérico grave.