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Considere uma mulher de 45 anos de idade, portadora de Diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos, que comparece ao ambulatório referindo uso irregular de metformina, sedentarismo e dieta desbalanceada. Relata fadiga, poliúria e polidipsia. Exames recentes revelam glicemia de jejum = 280 mg/dL; hemoglobina glicada (HbA1c) = 9,5%; creatinina = 0,9 mg/dL; e IMC = 30 kg/m2 .
Nesse caso, a conduta mais adequada a ser adotada é:
Manter apenas o uso de metformina isolada, considerando que é suficiente como terapia de base em todos os pacientes com Diabetes mellitus tipo 2.
Intensificar o tratamento, avaliando a inclusão de outro agente hipoglicemiante oral ou insulina, em associação à metformina, além de mudanças adequadas no estilo de vida.
Reforçar somente medidas dietéticas, entendendo que modificações alimentares isoladas são suficientes para melhorar o controle glicêmico.
Indicar apenas acompanhamento anual, sustentando que a hemoglobina glicada não deve interferir diretamente na decisão terapêutica.