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Paciente de 10 anos, com antecedente de asma de difícil controle, apresenta tosse seca, sem febre, há dois dias. Ao exame físico, regular estado geral, consciente, sibilos inspiratórios e expiratórios difusos, FR = 48 ipm, tiragens de fúrcula, intercostal e subdiafragmática, tempo expiratório prolongado, SatO2 = 88%, em ar ambiente. Realizadas inalações com salbutamol e ipratrópio e dose de ataque de metilprednisolona, sem qualquer melhora do quadro. Mantido em máscara não reinalante a 15 L/min, com SatO2 = 95%. Radiografia de tórax apenas com sinais de hiperinsuflação.
Em face do exposto,assinale a alternativa que contém a conduta adequada a ser realizada nesse momento, para melhora do quadro respiratório.
Intubação orotraqueal com cânula 6 com cuff. Manter paciente bem sedado. Iniciar ventilação com modo pressão controlado, com PEEP baixo, FR baixa, e tempo inspiratório alto.
Iniciar ventilação não invasiva em modo BIPAP e manter paciente sedado com dexmedetomidina.
Iniciar ventilação não invasiva em modo BIPAP e iniciar terbutalina endovenosa contínua.
Manter paciente em máscara não reinalante e iniciar sulfato de magnésio endovenoso 50 mg/kg, em 30 minutos.