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Homem de 72 anos, portador de diabetes tipo 2 de longa data, é admitido no pronto-socorro com sonolência progressiva, desidratação intensa e taquipneia leve. Exames laboratoriais mostram: glicemia 980 mg/dL; sódio sérico 152 mEq/L; potássio sérico 4,1 mEq/L; bicarbonato 20 mEq/L; osmolaridade plasmática calculada 360 mOsm/kg; corpos cetônicos negativos no sangue e urina.
Tendo em vista tais informações, qual das condutas a seguir é a mais adequada?
Iniciar reposição volêmica com solução salina 0,45%, garantindo correção da hipernatremia e hipovolemia nas primeiras 6 horas de tratamento.
Corrigir a hiperglicemia com bólus inicial de insulina intravenosa, seguido de infusão contínua, concomitante à reposição volêmica, para reduzir a osmolaridade plasmática.
Iniciar reposição volêmica associada à reposição de potássio e insulinoterapia endovenosa em infusão contínua, objetivando glicemias entre 200 e 250 mg/dL.
Evitar a administração de potássio até que os níveis séricos estejam <3,5 mEq/L, já que, na ausência de cetoacidose, não ocorre depleção significativa de potássio em estado hiperglicêmico hiperosmolar.