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Homem, 63 anos, com hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2 e artrite reumatoide (tratada previamente com rituximabe, cuja infusão foi suspensa após reação grave), desenvolveu síndrome coronariana aguda tratada com stent farmacológico há 7 meses, e vem em seguimento ambulatorial desde então.
Atualmente, está em uso de: rosuvastatina, 20 mg/dia; ezetimiba, 10 mg/dia; AAS, 100 mg; ticagrelor, 90 mg; bisoprolol, 2,5 mg 12/12 h; enalapril, 20 mg, 12/12 h; dapaglifozina, 10 mg; methotrexato 20 mg/semana; ácido fólico 5 mg/semana.
Exames atuais: LDL-C basal (antes do tratamento) = 192 mg/dL; LDL-C atual = 88 mg/dL; creatinina = 0,96 mg/dL.
Qual é a conduta apropriada no manejo da dislipidemia?
Manter o tratamento atual, já que houve redução > 50% do LDL-C.
Aumentar rosuvastatina para 40 mg/dia e manter ezetimiba.
Associar ácido bempedoico, pois o paciente permanece acima da meta de LDL–C.
Iniciar evolocumabe, uma vez que o LDL–C ainda está acima da meta.