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Um recém-nascido é admitido na UTI neonatal com diagnóstico de cardiopatia congênita grave. Durante a estabilização, surge a dúvida sobre a necessidade de manter o canal arterial pérvio por meio de infusão contínua de prostaglandina E1 para garantir fluxo pulmonar ou sistêmico adequado. A equipe de cardiologia avalia o caso e orienta que a infusão contínua de prostaglandina E1 não é necessária.
Dentre as condições a seguir, aquela que é a mais provável nesse recém-nascido é
tronco arterial comum.
síndrome do coração esquerdo hipoplásico.
tetralogia de Fallot com estenose pulmonar crítica.
transposição das grandes artérias.