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A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é frequente entre mulheres em idade fértil. Em relação a esta síndrome, é correto afirmar:
As mulheres com SOP tem naturalmente uma proteção contra o Carcinoma de Endométrio, pois ficam longos períodos em amenorreia.
A presença de duas das três características, a partir da conferência de Rotterdam, faz o diagnóstico: Hiperandrogenismo clínico ou bioquímico; Obesidade e Ovários policísticos na ultrassonografia.
O tratamento de primeira linha é a Metformina, devido a presença da Resistência à Ação da Insulina, fator fisiopatológico importante na gênese da SOP, independente de alteração da tolerância à glicose.
No laboratório encontramos: Hormônio Folículo Estimulante (FSH) elevado, Hormônio Luteotrópico (LH) baixo, Estradiol baixo, Estrona normal ou elevada e Testosterona normal ou aumentada.
Ocorre um aumento na frequência de pulsos do Hormônio Liberador Hipotalâmico de Gonadotropinas (GnRH) o que leva a um aumento do Hormônio Luteotrópico (LH).