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Recém-nascido do sexo masculino, sem orifício anal visível, apresenta distensão abdominal progressiva e ausência de eliminação de mecônio desde o nascimento. Ao exame físico, não há evidência de fístula perineal nem saída de fezes pela uretra ou trato genital. O paciente encontra-se estável hemodinamicamente após sondagem nasogástrica e hidratação.
Nesse caso, o próximo passo diagnóstico mais apropriado para definir a classificação da anomalia e planejar o tratamento cirúrgico consiste em
solicitar ressonância magnética pélvica, visando detalhar a relação anatômica entre reto, assoalho pélvico e estruturas adjacentes para orientar o planejamento cirúrgico.
solicitar ultrassonografia abdominal, com o objetivo de rastrear alterações do trato urinário e dos rins, integrando a avaliação da anomalia à pesquisa de malformações associadas.
realizar radiografia em posição prona com raio lateral cruzado, a fim de determinar a altura do coto retal em relação ao cóccix e diferenciar defeitos altos, intermediários ou baixos.
solicitar colonoscopia diagnóstica, com a finalidade de avaliar diretamente a mucosa intestinal e identificar o ponto exato de obstrução.
realizar radiografia contrastada com enema opaco, buscando delinear a anatomia do reto distal e verificar a presença de eventual zona de transição.