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Um menino de nove anos de idade, previamente hígido, sem antecedentes de epilepsia ou doenças neurológicas, é levado ao pronto-socorro após episódio súbito de perda de consciência com abalos tônico-clônicos generalizados, com duração de 1 a 2 minutos. Não houve febre, traumatismo craniano ou uso de medicações prévias. Durante a crise, apresentou cianose perioral, sem eliminação de esfíncteres. Após o evento, recuperou-se completamente em cerca de 10 minutos, encontrando-se alerta, sem déficits neurológicos. Na admissão foram constatados: sinais vitais estáveis, glicemia capilar normal (95 mg/dl), exame físico e neurológico sem alterações.
Considerando a situação precedente e o protocolo clínico do Ministério da Saúde sobre epilepsia e convulsões na infância, assinale a opção que corresponde à conduta inicial recomendada.
iniciar anticonvulsivante de manutenção imediatamente, como ácido valpróico ou levetiracetam, para prevenção de recorrência
internar apenas para observação clínica, sem necessidade imediata de exames complementares
administrar diazepam endovenoso de resgate e prescrever anticonvulsivante de manutenção, pois toda crise convulsiva exige tratamento crônico
encaminhar a criança para acompanhamento ambulatorial com neurologista pediátrico, sem necessidade de internação imediata, mantendo vigilância dos sinais clínicos e instruir os pais acerca dos primeiros socorros em caso de nova crise.
internar a criança, solicitar EEG e neuroimagem para investigação inicial