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Paciente do sexo masculino, de 63 anos de idade, tabagista, hipertenso e diabético, apresenta claudicação intermitente leve (ITB 0,72), sem sinais de isquemia crítica. Está em acompanhamento ambulatorial em programa de tratamento clínico otimizado.
Considerando a fisiopatologia da aterosclerose e o papel das terapias clínicas, assinale a opção correta.
O exercício supervisionado melhora condicionamento físico, mas não influencia, de forma significativa, a função endotelial ou a circulação colateral.
O controle rigoroso da pressão arterial não diminui o estresse hemodinâmico sobre a íntima, logo pouco contribui para reduzir a progressão da lesão aterosclerótica.
A cessação do tabagismo não está associada à melhora da função endotelial nem à redução de estresse oxidativo e de inflamação vascular.
As estatinas reduzem o LDL e estabilizam a capa fibrosa da placa aterosclerótica, diminuindo o risco de ruptura.
O antiagregante plaquetário reduz o risco de eventos aterotrombóticos ao atuar na ativação plaquetária sobre superfícies endoteliais lesadas, porém não está indicado, pelo risco proibitivo de sangramento.