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Qual é o marcador laboratorial mais utilizado para auxiliar no diagnóstico de trombose por indicar a degradação de coágulos sanguíneos?
Hemoglobina
Glicose
Dímero-D
Creatinina
Bilirrubina
A escolha entre fibrinólise in situ e tromboaspiração mecânica depende de múltiplos fatores clínicos e técnicos. A respeito das limitações da tromboaspiração mecânica, é correto afirmar que:
é eficaz independentemente do tempo de evolução da trombose
elimina completamente a necessidade de anticoagulação subsequente
pode apresentar menor eficácia em trombos organizados
não apresenta risco de embolização distal
Qual das seguintes abordagens apresenta maior risco de lesão de vasos sanguíneos e plexo simpático?
ALIF.
TLIF.
PLIF.
LLIF.
XLIF.
O Angioedema Hereditário (AEH) é uma desordem genética autossômica dominante causada pela deficiência ou disfunção do inibidor de C1 (C1-INH), resultando na produção excessiva de bradicinina. Diferente do angioedema alérgico mediado por histamina, o Angioedema Hereditário (AEH) não responde ao uso de anti-histamínicos ou corticoides, representando um risco iminente de morte por asfixia em caso de envolvimento laríngeo. No contexto do diagnóstico e manejo de crises de angioedema não mediado por Imunoglobulina E (IgE), assinale a alternativa correta.
O tratamento de emergência para o edema de glote no Angioedema Hereditário (AEH) deve priorizar a administração de Epinefrina (Adrenalina) por via subcutânea, repetindo-se a dose a cada cinco minutos por até três horas.
O Angioedema Hereditário (AEH) tipo dois caracteriza-se por níveis quantitativos normais de C1-INH (Inibidor de C1), mas com função biológica preservada, exigindo o teste de provocação com veneno de abelha para a confirmação.
O diagnóstico laboratorial de rastreio do Angioedema Hereditário (AEH) baseia-se na constatação de níveis séricos reduzidos da fração C4 do complemento, que se encontra consumida mesmo nos períodos intercríticos da doença.
A presença de urticária pruriginosa concomitante ao edema de face é o principal sinal clínico que confirma a deficiência do inibidor de C1 (C1-INH), permitindo o diagnóstico de exclusão de anafilaxia alimentar por amendoim.
L.R.M., mulher de 48 anos, com IMC 31 kg/m², sem comorbidades significativas, é diagnosticada com trombose venosa profunda aguda de veia femoral superficial à esquerda. Está hemodinamicamente estável, sem sinais de embolia pulmonar, e tem suporte familiar adequado. A paciente questiona sobre a possibilidade de realizar o tratamento em domicílio. Segundo as diretrizes da SBACV 2024, qual é a melhor conduta neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Internar a paciente obrigatoriamente para anticoagulação parenteral por 5 dias.
Iniciar anticoagulação plena e permitir tratamento ambulatorial com seguimento rigoroso.
Realizar trombólise sistêmica por via intravenosa como primeira escolha.
Indicar filtro de veia cava inferior profilático para evitar embolia.


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R.A.M., homem de 65 anos, submetido a revascularização femoropoplítea com prótese sintética há 4 meses, apresenta febre, calafrios e dor intensa em membro inferior direito. Ao exame físico, há rubor, calor local e saída de secreção purulenta pela ferida operatória. Hemoculturas foram colhidas, e o paciente encontra-se hemodinamicamente instável, com sinais de sepse. De acordo com as diretrizes de 2020, qual é a conduta prioritária indicada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Repetir hemoculturas em 48h e só intervir cirurgicamente se o paciente não melhorar.
Realizar apenas trocas frequentes de curativo e observação clínica.
Manter o enxerto e iniciar antifúngico empírico.
Iniciar antibiótico empírico de amplo espectro e programar remoção urgente do enxerto.
O Sr. A.C.S., 52 anos, lúcido e orientado, com diagnóstico confirmado de doença arterial periférica com indicação de revascularização, recusa-se a realizar o procedimento proposto, apesar de todos os esclarecimentos prestados. O médico assistente, discordando da decisão, deseja encaminhar o paciente compulsoriamente ao centro cirúrgico. De acordo com o Código de Ética Médica, qual deve ser a conduta ética do médico? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Respeitar a autonomia do paciente, mesmo que discorde da decisão.
Encaminhar compulsoriamente o paciente ao procedimento indicado.
Acionar a equipe de bioética para forçar a realização do tratamento.
Comunicar judicialmente a recusa para obrigar a intervenção.
R.A.L., paciente do sexo masculino, 44 anos, com diagnóstico recente de infecção por HIV detectada em exames pré-operatórios para cirurgia arterial, solicita expressamente que essa informação não seja compartilhada com sua família. A equipe cirúrgica ainda não foi informada. Segundo o Código de Ética Médica, qual deve ser a conduta do médico diante desta situação? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Manter o sigilo médico e apenas compartilhar a informação com profissionais diretamente envolvidos na assistência.
Informar à família do paciente sobre o diagnóstico, considerando o risco de transmissão.
Registrar o diagnóstico como “condição imunológica” sem detalhamento para a equipe.
Comunicar à vigilância sanitária e aguardar parecer para divulgar a informação.
Segundo as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular sobre o pé diabético (2023), assinale a alternativa correta quanto à prevenção de úlceras em pacientes diabéticos:
A ausência de dor ou de úlceras exclui a necessidade de exame físico regular dos pés.
O diabetes é forte fator de risco para a doença venosa periférica em membros inferiores, quando comparado com a doença arterial.
Há comprovação científica de que a educação do paciente não influencia de forma significativa a prevenção de úlceras.
A triagem para neuropatia periférica e doença arterial periférica deve ser realizada rotineiramente em pessoas com diabetes, mesmo na ausência de sintomas.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Doença Venosa Crônica da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, assinale a alternativa correta:
A frequência entre homens e mulheres é semelhante, numa relação de 1:1.
O tratamento compressivo não tem relevância no manejo da insuficiência venosa crônica.
A classificação CEAP é recomendada para todo paciente com insuficiência venosa crônica para fins acadêmicos.
Apesar de ser prevalente em ambulatório a dúvida, não possui relação com desenvolvimento de varizes.


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A respeito de doenças do sistema arterial periférico, assinale a alternativa INCORRETA.
O uso diagnóstico do Índice Tornozelo-Braquial (ITB) é indicado para avaliação da presença de claudicação intermitente.
Um ITB de 0,80 é interpretado como doença arterial obstrutiva periférica grave.
O aneurisma da artéria poplítea apresenta risco de trombose, podendo causar isquemia aguda da extremidade e ameaçar a viabilidade do membro.
A doença ou fenômeno de Raynaud primário apresenta três fases: palidez (vasoconstrição), cianose (estase capilar) e hiperemia (vasodilatação compensatória).
A acrocianose pode ser uma das manifestações cutâneas em pacientes com anticorpos antifosfolipídeos.
Um homem de 74 anos chega com dor lombar súbita, lipotímia, pele fria, PA 80/50 mmHg e massa abdominal pulsátil. A suspeita é ruptura de aneurisma de aorta abdominal. Após reposição mínima para manter perfusão, a equipe precisa decidir o exame/conduta que confirma o diagnóstico sem atrasar o tratamento definitivo, considerando instabilidade hemodinâmica. Indique a melhor estratégia diagnóstica imediata:
Angiotomografia com contraste obrigatória.
Aortografia diagnóstica.
Ressonância de abdome.
Radiografia simples de abdome.
Ultrassom à beira-leito.
Para responder às questões 24 e 25, considere o seguinte caso clínico:
Homem, 41 anos, previamente hígido, apresenta dor torácica súbita há 6h, associada a sudorese e náuseas. O eletrocardiograma feito no hospital evidenciou supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior. Foi realizada cineangiocoronariografia, seguida de tomografia de coerência óptica (OCT) da artéria descendente anterior, conforme as figuras 5 e 6 a seguir:

No momento da coronariografia, houve normalização eletrocardiográfica, o paciente encontra-se hemodinamicamente estável e assintomático, e a angiografia demonstra fluxo TIMI 3 na artéria descendente anterior. Diante do quadro clínico e angiográfico e dos achados na OCT, assinale a alternativa que indica a conduta mais adequada.
Realizar angioplastia coronária com implante de stent farmacológico na artéria descendente anterior.
Realizar trombectomia manual seguida de dupla antiagregação plaquetária prolongada.
Indicar cirurgia de revascularização miocárdica de urgência.
Manter apenas anticoagulação isolada, sem antiagregação plaquetária, devido ao risco de progressão da dissecção coronária.
Instituir tratamento conservador otimizado, com terapia antitrombótica e acompanhamento clínico e por imagem, evitando intervenção percutânea imediata.
A respeito de doenças do sistema arterial periférico, assinale a alternativa INCORRETA.
O uso diagnóstico do Índice Tornozelo-Braquial (ITB) é indicado para avaliação da presença de claudicação intermitente.
Um ITB de 0,80 é interpretado como doença arterial obstrutiva periférica grave.
O aneurisma da artéria poplítea apresenta risco de trombose, podendo causar isquemia aguda da extremidade e ameaçar a viabilidade do membro.
A doença ou fenômeno de Raynaud primário apresenta três fases: palidez (vasoconstrição), cianose (estase capilar) e hiperemia (vasodilatação compensatória).
A acrocianose pode ser uma das manifestações cutâneas em pacientes com anticorpos antifosfolipídeos.
Homem, 78 anos, portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, hipertensão e dislipidemia, foi submetido à coronariografia com avaliação fisiológica da artéria descendente anterior. Analise as figuras 3 e 4 abaixo, que mostram a angiografia da artéria coronária descendente anterior, o resultado do Resting Full-cycle Ratio (RFR) de 0,84, o Fractional Flow Reserve (FFR) de 0,77, o Pullback Pressure Gradient (PPG) de 0,56 e a curva de pullback na artéria descendente anterior durante hiperemia máxima para avaliação funcional invasiva da circulação coronária por FFR.

Sobre o caso apresentado, assinale a alternativa correta.
O valor de RFR de 0,84 exclui isquemia miocárdica significativa, tornando desnecessária a mensuração do FFR.
O padrão da curva de pullback, em associação ao PPG de 0,56, sugere um padrão predominantemente difuso de doença coronária, com menor probabilidade de benefício clínico significativo após angioplastia focal.
A presença de RFR reduzido com FFR também reduzido confirma que a circulação microvascular é a principal responsável pela limitação de fluxo.
Valores de FFR inferiores a 0,80 são inespecíficos e não devem ser utilizados para decisão de revascularização em pacientes com insuficiência cardíaca.
A curva de pullback demonstra subida lenta e contínua da pressão intracoronária, padrão típico de erro na equalização.


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Em pacientes com quadro de oclusão arterial aguda (OAA), o suporte clínico deve conter as seguintes medidas, EXCETO:
Controle álgico, que pode incluir uso de anticonvulsivantes como a gabapentina e a pregabalina.
Uso de aspirina, principalmente nos pacientes com diagnóstico prévio de doença arterial obstrutiva periférica (DAOP).
Uso de anticoagulação plena, principalmente nos pacientes com OAA de origem embólica.
Aquecimento externo de forma ativa, incluindo uso de compressas quentes ou aquecedores térmicos.
Monitorização seriada do estado neurovascular do membro afetado, incluindo avaliação de pulsos, sensibilidade, motricidade e perfusão distal.
São as principais indicações para avaliação arterial no território aorto-ilíaco pela ultrassonografia vascular, EXCETO:
Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP).
Placas ateromatosas em bulbo carotídeo.
Disfunção erétil.
Homem, hipertenso, tabagista e >65 anos.
Diminuição de pulsos femorais.
Os linfonodos que recebem a drenagem dos vasos linfáticos do membro superior, da maioria dos da mama e dos vasos cutâneos do tronco acima da cicatriz umbilical são os linfonodos
ilíacos externos.
ilíacos internos.
parietais.
cervicais.
axilares.
Paciente de 69 anos, tabagista há 28, com IMC de 37, em uso de captopril há 4 anos, há 1 mês começou a fazer pequenos exercícios físicos em casa e há 10 dias tenta realizar caminhadas pelo bairro, porém não consegue. Relata dor aguda na perna direita ao andar cerca de 600 m, que logo alivia com repouso. Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável nesse caso.
Trombose venosa profunda.
Flebite em MMII.
Miosite na perna direita.
Doença arterial periférica.
Insuficiência de safena parva.
L.F.M., feminino, 62 anos, com história de dor, sensação de peso e edema em membros inferiores, que pioram ao final do dia. Relata melhora parcial com elevação dos membros e repouso noturno. Ao exame, varizes visíveis em ambos os membros inferiores, sem alterações tróficas ou úlceras. Foi iniciado tratamento clínico com meias compressivas, mas a paciente relata desconforto e baixa adesão ao uso diário. Segundo a diretriz de 2022 sobre doença venosa crônica, qual é a conduta mais adequada neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Encaminhar diretamente para cirurgia de varizes, independentemente da resposta clínica.
Iniciar anticoagulação profilática para prevenção de trombose em casos de varizes sintomáticas.
Avaliar outras formas de terapia compressiva e reforçar a adesão, por ser o tratamento conservador de primeira linha.
Suspender completamente o uso de compressão e indicar analgesia apenas.


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