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Qual é o marcador laboratorial mais utilizado para auxiliar no diagnóstico de trombose por indicar a degradação de coágulos sanguíneos?
Hemoglobina
Glicose
Dímero-D
Creatinina
Bilirrubina
A escolha entre fibrinólise in situ e tromboaspiração mecânica depende de múltiplos fatores clínicos e técnicos. A respeito das limitações da tromboaspiração mecânica, é correto afirmar que:
é eficaz independentemente do tempo de evolução da trombose
elimina completamente a necessidade de anticoagulação subsequente
pode apresentar menor eficácia em trombos organizados
não apresenta risco de embolização distal
Qual das seguintes abordagens apresenta maior risco de lesão de vasos sanguíneos e plexo simpático?
ALIF.
TLIF.
PLIF.
LLIF.
XLIF.
L.R.M., mulher de 48 anos, com IMC 31 kg/m², sem comorbidades significativas, é diagnosticada com trombose venosa profunda aguda de veia femoral superficial à esquerda. Está hemodinamicamente estável, sem sinais de embolia pulmonar, e tem suporte familiar adequado. A paciente questiona sobre a possibilidade de realizar o tratamento em domicílio. Segundo as diretrizes da SBACV 2024, qual é a melhor conduta neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Internar a paciente obrigatoriamente para anticoagulação parenteral por 5 dias.
Iniciar anticoagulação plena e permitir tratamento ambulatorial com seguimento rigoroso.
Realizar trombólise sistêmica por via intravenosa como primeira escolha.
Indicar filtro de veia cava inferior profilático para evitar embolia.
R.A.M., homem de 65 anos, submetido a revascularização femoropoplítea com prótese sintética há 4 meses, apresenta febre, calafrios e dor intensa em membro inferior direito. Ao exame físico, há rubor, calor local e saída de secreção purulenta pela ferida operatória. Hemoculturas foram colhidas, e o paciente encontra-se hemodinamicamente instável, com sinais de sepse. De acordo com as diretrizes de 2020, qual é a conduta prioritária indicada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Repetir hemoculturas em 48h e só intervir cirurgicamente se o paciente não melhorar.
Realizar apenas trocas frequentes de curativo e observação clínica.
Manter o enxerto e iniciar antifúngico empírico.
Iniciar antibiótico empírico de amplo espectro e programar remoção urgente do enxerto.
O Sr. A.C.S., 52 anos, lúcido e orientado, com diagnóstico confirmado de doença arterial periférica com indicação de revascularização, recusa-se a realizar o procedimento proposto, apesar de todos os esclarecimentos prestados. O médico assistente, discordando da decisão, deseja encaminhar o paciente compulsoriamente ao centro cirúrgico. De acordo com o Código de Ética Médica, qual deve ser a conduta ética do médico? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Respeitar a autonomia do paciente, mesmo que discorde da decisão.
Encaminhar compulsoriamente o paciente ao procedimento indicado.
Acionar a equipe de bioética para forçar a realização do tratamento.
Comunicar judicialmente a recusa para obrigar a intervenção.
R.A.L., paciente do sexo masculino, 44 anos, com diagnóstico recente de infecção por HIV detectada em exames pré-operatórios para cirurgia arterial, solicita expressamente que essa informação não seja compartilhada com sua família. A equipe cirúrgica ainda não foi informada. Segundo o Código de Ética Médica, qual deve ser a conduta do médico diante desta situação? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Manter o sigilo médico e apenas compartilhar a informação com profissionais diretamente envolvidos na assistência.
Informar à família do paciente sobre o diagnóstico, considerando o risco de transmissão.
Registrar o diagnóstico como “condição imunológica” sem detalhamento para a equipe.
Comunicar à vigilância sanitária e aguardar parecer para divulgar a informação.
Segundo as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular sobre o pé diabético (2023), assinale a alternativa correta quanto à prevenção de úlceras em pacientes diabéticos:
A ausência de dor ou de úlceras exclui a necessidade de exame físico regular dos pés.
O diabetes é forte fator de risco para a doença venosa periférica em membros inferiores, quando comparado com a doença arterial.
Há comprovação científica de que a educação do paciente não influencia de forma significativa a prevenção de úlceras.
A triagem para neuropatia periférica e doença arterial periférica deve ser realizada rotineiramente em pessoas com diabetes, mesmo na ausência de sintomas.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Doença Venosa Crônica da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, assinale a alternativa correta:
A frequência entre homens e mulheres é semelhante, numa relação de 1:1.
O tratamento compressivo não tem relevância no manejo da insuficiência venosa crônica.
A classificação CEAP é recomendada para todo paciente com insuficiência venosa crônica para fins acadêmicos.
Apesar de ser prevalente em ambulatório a dúvida, não possui relação com desenvolvimento de varizes.
O Angioedema Hereditário (AEH) é uma desordem genética autossômica dominante causada pela deficiência ou disfunção do inibidor de C1 (C1-INH), resultando na produção excessiva de bradicinina. Diferente do angioedema alérgico mediado por histamina, o Angioedema Hereditário (AEH) não responde ao uso de anti-histamínicos ou corticoides, representando um risco iminente de morte por asfixia em caso de envolvimento laríngeo. No contexto do diagnóstico e manejo de crises de angioedema não mediado por Imunoglobulina E (IgE), assinale a alternativa correta.
O tratamento de emergência para o edema de glote no Angioedema Hereditário (AEH) deve priorizar a administração de Epinefrina (Adrenalina) por via subcutânea, repetindo-se a dose a cada cinco minutos por até três horas.
O Angioedema Hereditário (AEH) tipo dois caracteriza-se por níveis quantitativos normais de C1-INH (Inibidor de C1), mas com função biológica preservada, exigindo o teste de provocação com veneno de abelha para a confirmação.
O diagnóstico laboratorial de rastreio do Angioedema Hereditário (AEH) baseia-se na constatação de níveis séricos reduzidos da fração C4 do complemento, que se encontra consumida mesmo nos períodos intercríticos da doença.
A presença de urticária pruriginosa concomitante ao edema de face é o principal sinal clínico que confirma a deficiência do inibidor de C1 (C1-INH), permitindo o diagnóstico de exclusão de anafilaxia alimentar por amendoim.
A respeito de doenças do sistema arterial periférico, assinale a alternativa INCORRETA.
O uso diagnóstico do Índice Tornozelo-Braquial (ITB) é indicado para avaliação da presença de claudicação intermitente.
Um ITB de 0,80 é interpretado como doença arterial obstrutiva periférica grave.
O aneurisma da artéria poplítea apresenta risco de trombose, podendo causar isquemia aguda da extremidade e ameaçar a viabilidade do membro.
A doença ou fenômeno de Raynaud primário apresenta três fases: palidez (vasoconstrição), cianose (estase capilar) e hiperemia (vasodilatação compensatória).
A acrocianose pode ser uma das manifestações cutâneas em pacientes com anticorpos antifosfolipídeos.
Durante a avaliação vascular não invasiva de um paciente diabético com úlcera em membro inferior, o Cirurgião Vascular realiza a aferição do Índice Tornozelo-Braço (ITB). A obtenção de um valor de ITB > 1,30 (acima de 1,3) deve ser interpretada clinicamente como indicativo de:
isquemia crítica com risco iminente de amputação.
fluxo arterial normal, excluindo doença arterial obstrutiva periférica (DAOP).
artérias incompressíveis por calcificação da camada média (esclerose de Monckeberg).
síndrome de roubo de fluxo arterial.
doença arterial obstrutiva leve a moderada.
A respeito de doenças do sistema arterial periférico, assinale a alternativa INCORRETA.
O uso diagnóstico do Índice Tornozelo-Braquial (ITB) é indicado para avaliação da presença de claudicação intermitente.
Um ITB de 0,80 é interpretado como doença arterial obstrutiva periférica grave.
O aneurisma da artéria poplítea apresenta risco de trombose, podendo causar isquemia aguda da extremidade e ameaçar a viabilidade do membro.
A doença ou fenômeno de Raynaud primário apresenta três fases: palidez (vasoconstrição), cianose (estase capilar) e hiperemia (vasodilatação compensatória).
A acrocianose pode ser uma das manifestações cutâneas em pacientes com anticorpos antifosfolipídeos.
A embolização arterial é uma estratégia terapêutica empregada no controle de sangramentos e no tratamento de tumores hipervasculares. No que se refere às possíveis complicações do procedimento, é correto afirmar que:
necrose tecidual não ocorre em embolizações superseletivas
dor pós-procedimento é incomum
síndrome pós-embolização é caracterizada por febre, dor e náuseas
o procedimento é isento de risco infeccioso
Durante procedimentos de embolização arterial, a escolha do agente embolizante deve considerar o território tratado, o objetivo terapêutico e o risco de complicações. Referente ao uso de partículas embolizantes, é correto afirmar que:
partículas permitem embolização distal controlada conforme o calibre selecionado
são indicadas apenas quando se deseja oclusão temporária do vaso
apresentam risco nulo de embolização não alvo
não devem ser utilizadas em tumores hipervasculares
Um paciente idoso, 75 anos, aposentado, portador de hiperuricemia e hipertensão, foi levado ao pronto-socorro após um episódio de síncope enquanto cuidava do jardim de casa, após longo período em jejum, sob o sol escaldante. Foi realizada angiotomografia de artérias coronárias que não mostrou lesões coronarianas obstrutivas, mas evidenciou a seguinte anomalia coronariana de origem e trajeto, na Figura 1 abaixo:

Figura 1
A partir do diagnóstico obtido após a realização do exame complementar, qual é a conduta inicial mais indicada para o caso?
Angioplastia com stent da artéria coronária direita.
Cirurgia de revascularização miocárdica.
Restrição definitiva de atividade física.
Acompanhamento clínico, sem intervenção.
Angioplastia com balão farmacológico da artéria coronária direita.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Hipertensão portal é definida como uma pressão direta na veia porta maior que 15 mmHg.
( ) Trombose da veia esplênica é uma causa de hipertensão portal pré-sinusoidal.
( ) Cirrose é a causa mais comum de hipertensão portal extra-hepática.
( ) A veia porta normal apresenta fluxo hepatofugal.
( ) Transformação cavernosa da veia porta pode ser observada na trombose de longa duração.
V – F – F – F – V.
V – V – F – F – F.
F – V – V – F – V.
V – V – F – F – V.
F – V – F – V – V.
Qual artéria irriga o braço posterior da cápsula interna?
Artéria lentículo-estriada.
Artéria recorrente de Heubner.
Artéria pericalosal.
Artéria coroidea anterior.
Artéria cerebelar superior.
O trombembolismo venoso (TEV) manifesta-se como trombembolismo pulmonar (TEP) e/ou trombose venosa profunda (TVP), fazendo parte de um mesmo espectro de doença e apresentando os mesmos fatores de risco. Segundo a Diretriz Conjunta sobre Tromboembolismo Venoso – 2022, assinale a alternativa correta sobre o diagnóstico da embolia pulmonar:
A avaliação da probabilidade clínica pré-teste, associada ao D-dímero e aos exames de imagem, é fundamental para o diagnóstico do TEP.
O ecocardiograma normal é exame indispensável a todos os pacientes com suspeita de TEP.
O D-dímero elevado confirma o diagnóstico de TEP, pois possui alta sensibilidade e especificidade.
A capacidade da angiotomografia de tórax em identificar trombos subsegmentares confere vantagem inequívoca na definição da necessidade de tratamento do TEP.
As complicações dos métodos de SRA podem estar relacionadas ao acesso vascular, ao circuito extracorpóreo ou ao próprio paciente.
De acordo com o tema, assinale a alternativa que apresenta complicação associada especificamente ao momento da inserção do cateter vascular:
Insuficiência de fluxo arterial ou venoso e desconexões acidentais.
Estenoses venosas.
Tromboses.
Infecções da corrente sanguínea.
Pneumotórax.