Questões de Concurso sobre Angiologia

 
 
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M.C.S., mulher de 45 anos, com varizes volumosas em membro inferior direito, relata dor, sensação de peso e edema vespertino frequente. Duplex scan confirma refluxo na veia safena magna direita, com tronco dilatado, sem acometimento profundo. A paciente não apresenta contraindicações clínicas e deseja um procedimento com menor tempo de recuperação. Segundo as diretrizes clínicas mais recentes, qual é o tratamento mais indicado para este caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.


A

Ablação térmica endovenosa com laser ou radiofrequência.


B

Fleboextração cirúrgica convencional da veia safena magna.


C

Ligadura alta (cross ligation) sem remoção da veia.


D

Escleroterapia química por punção direta como primeira escolha.

Um homem de 74 anos chega com dor lombar súbita, lipotímia, pele fria, PA 80/50 mmHg e massa abdominal pulsátil. A suspeita é ruptura de aneurisma de aorta abdominal. Após reposição mínima para manter perfusão, a equipe precisa decidir o exame/conduta que confirma o diagnóstico sem atrasar o tratamento definitivo, considerando instabilidade hemodinâmica. Indique a melhor estratégia diagnóstica imediata:


A

Angiotomografia com contraste obrigatória.


B

Aortografia diagnóstica.


C

Ressonância de abdome.


D

Radiografia simples de abdome.


E

Ultrassom à beira-leito.

Para responder às questões 24 e 25, considere o seguinte caso clínico:


Homem, 41 anos, previamente hígido, apresenta dor torácica súbita há 6h, associada a sudorese e náuseas. O eletrocardiograma feito no hospital evidenciou supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior. Foi realizada cineangiocoronariografia, seguida de tomografia de coerência óptica (OCT) da artéria descendente anterior, conforme as figuras 5 e 6 a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


No momento da coronariografia, houve normalização eletrocardiográfica, o paciente encontra-se hemodinamicamente estável e assintomático, e a angiografia demonstra fluxo TIMI 3 na artéria descendente anterior. Diante do quadro clínico e angiográfico e dos achados na OCT, assinale a alternativa que indica a conduta mais adequada.


A

Realizar angioplastia coronária com implante de stent farmacológico na artéria descendente anterior.


B

Realizar trombectomia manual seguida de dupla antiagregação plaquetária prolongada.


C

Indicar cirurgia de revascularização miocárdica de urgência.


D

Manter apenas anticoagulação isolada, sem antiagregação plaquetária, devido ao risco de progressão da dissecção coronária.


E

Instituir tratamento conservador otimizado, com terapia antitrombótica e acompanhamento clínico e por imagem, evitando intervenção percutânea imediata.

Homem, 78 anos, portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, hipertensão e dislipidemia, foi submetido à coronariografia com avaliação fisiológica da artéria descendente anterior. Analise as figuras 3 e 4 abaixo, que mostram a angiografia da artéria coronária descendente anterior, o resultado do Resting Full-cycle Ratio (RFR) de 0,84, o Fractional Flow Reserve (FFR) de 0,77, o Pullback Pressure Gradient (PPG) de 0,56 e a curva de pullback na artéria descendente anterior durante hiperemia máxima para avaliação funcional invasiva da circulação coronária por FFR.


Imagem associada para resolução da questão


Sobre o caso apresentado, assinale a alternativa correta.


A

O valor de RFR de 0,84 exclui isquemia miocárdica significativa, tornando desnecessária a mensuração do FFR.


B

O padrão da curva de pullback, em associação ao PPG de 0,56, sugere um padrão predominantemente difuso de doença coronária, com menor probabilidade de benefício clínico significativo após angioplastia focal.


C

A presença de RFR reduzido com FFR também reduzido confirma que a circulação microvascular é a principal responsável pela limitação de fluxo.


D

Valores de FFR inferiores a 0,80 são inespecíficos e não devem ser utilizados para decisão de revascularização em pacientes com insuficiência cardíaca.


E

A curva de pullback demonstra subida lenta e contínua da pressão intracoronária, padrão típico de erro na equalização.

Em pacientes com quadro de oclusão arterial aguda (OAA), o suporte clínico deve conter as seguintes medidas, EXCETO:


A

Controle álgico, que pode incluir uso de anticonvulsivantes como a gabapentina e a pregabalina.


B

Uso de aspirina, principalmente nos pacientes com diagnóstico prévio de doença arterial obstrutiva periférica (DAOP).


C

Uso de anticoagulação plena, principalmente nos pacientes com OAA de origem embólica.


D

Aquecimento externo de forma ativa, incluindo uso de compressas quentes ou aquecedores térmicos.


E

Monitorização seriada do estado neurovascular do membro afetado, incluindo avaliação de pulsos, sensibilidade, motricidade e perfusão distal.

São as principais indicações para avaliação arterial no território aorto-ilíaco pela ultrassonografia vascular, EXCETO:


A

Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP).


B

Placas ateromatosas em bulbo carotídeo.


C

Disfunção erétil.


D

Homem, hipertenso, tabagista e >65 anos.


E

Diminuição de pulsos femorais.

Os linfonodos que recebem a drenagem dos vasos linfáticos do membro superior, da maioria dos da mama e dos vasos cutâneos do tronco acima da cicatriz umbilical são os linfonodos


A

ilíacos externos.


B

ilíacos internos.


C

parietais.


D

cervicais.


E

axilares.

Paciente de 69 anos, tabagista há 28, com IMC de 37, em uso de captopril há 4 anos, há 1 mês começou a fazer pequenos exercícios físicos em casa e há 10 dias tenta realizar caminhadas pelo bairro, porém não consegue. Relata dor aguda na perna direita ao andar cerca de 600 m, que logo alivia com repouso. Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável nesse caso.


A

Trombose venosa profunda.


B

Flebite em MMII.


C

Miosite na perna direita.


D

Doença arterial periférica.


E

Insuficiência de safena parva.

L.F.M., feminino, 62 anos, com história de dor, sensação de peso e edema em membros inferiores, que pioram ao final do dia. Relata melhora parcial com elevação dos membros e repouso noturno. Ao exame, varizes visíveis em ambos os membros inferiores, sem alterações tróficas ou úlceras. Foi iniciado tratamento clínico com meias compressivas, mas a paciente relata desconforto e baixa adesão ao uso diário. Segundo a diretriz de 2022 sobre doença venosa crônica, qual é a conduta mais adequada neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.


A

Encaminhar diretamente para cirurgia de varizes, independentemente da resposta clínica.


B

Iniciar anticoagulação profilática para prevenção de trombose em casos de varizes sintomáticas.


C

Avaliar outras formas de terapia compressiva e reforçar a adesão, por ser o tratamento conservador de primeira linha.


D

Suspender completamente o uso de compressão e indicar analgesia apenas.

C.V.S., 72 anos, homem, com histórico de claudicação intermitente há 1 ano, é acompanhado no ambulatório. Refere melhora parcial com uso de cilostazol há 6 meses. Possui hipertensão controlada e dislipidemia, em uso de losartana e atorvastatina. Nega história de sangramento ou fibrilação atrial. O ITB é 0,65 bilateralmente. ECG mostra ritmo sinusal. Segundo a diretriz do Ministério da Saúde (PCDT 2017) para tratamento da doença arterial periférica, qual é a conduta farmacológica mais adequada para esse paciente? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.


A

Associar antiagregação plaquetária com AAS e manter o Cilostazol.


B

Suspender o cilostazol e iniciar anticoagulação com rivaroxabana.


C

Substituir a estatina por clopidogrel para maior efeito vascular.


D

Iniciar pentoxifilina no lugar do cilostazol, devido ao tempo de uso prolongado.

M.S.F., feminino, 67 anos, com claudicação intermitente progressiva há 18 meses, refratária ao tratamento clínico otimizado, incluindo cilostazol, reabilitação supervisionada e controle dos fatores de risco. O ITB é 0,58, e duplex scan mostra lesão femoropoplítea de 80% de estenose. Não apresenta isquemia crítica nem lesões tróficas. Exame físico e laboratorial normais. Segundo a diretriz ACC/AHA 2024, qual é a melhor conduta terapêutica a ser considerada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.


A

Manter o tratamento clínico exclusivo, pois não há isquemia crítica.


B

Indicar intervenção endovascular pela refratariedade ao tratamento clínico otimizado.


C

Encaminhar para bypass cirúrgica como primeira linha de tratamento.


D

Iniciar anticoagulação oral para prevenção de trombose arterial.

A respeito das Vasculites ANCA-associadas, assinale a alternativa correta:


A

As vasculites ANCA-associadas representam um grupo de doenças sistêmicas caracterizadas por inflamação vascular e necrose que afetam primariamente vasos de pequeno calibre, frequentemente sem deposição significativa de imunocomplexos nas paredes dos vasos.


B

Os exames de imagem, como a ressonância magnética de tórax e a tomografia computadorizada de tórax, além de avaliar a extensão da doença, confirmam ou afastam o diagnóstico de vasculites.


C

O comprometimento renal é raro nesses casos. Quando ocorre, tem característica de possuir apresentação rápida e progressiva.


D

O uso do Rituximabe está contemplado a todas as faixas etárias no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Vasculite.

A respeito da Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP), é correto afirmar que:


A

As obstruções arteriais, principalmente as suprageniculares, são definidas sempre por exame de imagem de qualidade, como a arteriografia.


B

O índice tornozelo-braquial (ITB) é um método simples, não invasivo e recomendado para o diagnóstico inicial da DAOP.


C

A claudicação não representa alerta para revascularização.


D

Para avaliação de perviedade do segmento, são exames indicados: angiotomografia, angioressonância, angiografia digital ou exames laboratoriais inespecíficos.

A insuficiência venosa crônica se caracteriza por uma lesão nas veias da perna que não permite que o sangue flua normalmente. A síndrome pós-trombótica é uma insuficiência venosa crônica decorrente de um coágulo de sangue nas veias Sobre este assunto, assinale a alternativa INCORRETA:


A

A insuficiência venosa crônica ocorre quando algo dilata as veias da perna e/ou danifica as válvulas nas veias. Essas alterações reduzem o fluxo sanguíneo nas veias e aumentam a pressão dentro delas. O aumento da pressão e o baixo fluxo de sangue causam retenção de líquido nas pernas e outros sintomas.


B

As pessoas com insuficiência venosa crônica têm inchaço (edema) nas pernas que normalmente é pior no início do dia, pois o sangue precisa fluir para cima contra a gravidade quando a pessoa está em pé ou sentada.


C

A causa mais comum de insuficiência venosa crônica é coágulo de sangue anterior nas pernas (trombose venosa profunda). Um coágulo de sangue pode causar insuficiência venosa crônica porque o tecido cicatricial do coágulo pode danificar as válvulas nas veias. Algumas pessoas podem, então, desenvolver síndrome pós-trombótica, que é a insuficiência venosa crônica com sintomas.


D

Tratamento da insuficiência venosa crônica: a compressão é eficaz e é usada em todas as pessoas para ajudar a reduzir o inchaço e o desconforto. Inicialmente, são usadas faixas elásticas. Assim que o edema diminuir e as úlceras começarem a melhorar, é possível passar ao uso de meias de compressão graduada comerciais.


E

Pessoas que tiveram trombose venosa profunda devem tomar anticoagulanes para prevenir a síndrome pós-trombótica. As meias de compressão não previnem o desenvolvimento de insuficiência venosa crônica, mas são úteis para o tratamento.

Na investigação de uma microangiopatia trombótica, a amostra para dosagem da atividade da ADAMTS13 foi colhida antes da infusão de plasma. Qual conjunto favorece especificamente a púrpura trombocitopênica trombótica imune?


A

Trombocitopenia, esquizócitos, prolongamento dos testes globais da coagulação, fibrinogênio reduzido e dímero D elevado, associados a uma condição capaz de desencadear coagulação intravascular disseminada.


B

Trombocitopenia, esquizócitos, lesão renal predominante, atividade da ADAMTS13 preservada e evidência de ativação da via alternativa do complemento, favorecendo uma síndrome hemolítico-urêmica mediada pelo complemento.


C

Trombocitopenia, hemólise microangiopática, atividade gravemente reduzida da ADAMTS13, autoanticorpo demonstrável e testes globais da coagulação habitualmente preservados durante a apresentação clínica.


D

Macrocitose, neutrófilos hipersegmentados, reticulocitopenia, lactato desidrogenase muito elevada, homocisteína aumentada, trombocitopenia e cobalamina reduzida, compondo pseudo-microangiopatia carencial com manifestações neurológicas.


E

Anemia hemolítica com esferócitos, teste direto da antiglobulina positivo, trombocitopenia imune, atividade da ADAMTS13 preservada e manifestações autoimunes concomitantes, compondo síndrome de Evans.

Com base nas características anatômicas, no suprimento vascular e no planejamento cirúrgico do músculo peitoral maior, assinale a alternativa correta.


A

O aspecto medial do músculo é considerado a área mais confiável para o planejamento de um retalho cutâneo, graças à irrigação por perfurantes da artéria mamária interna que se anastomosam com ramos da artéria toracoacromial.


B

A porção cefálica (clavicular) do músculo peitoral maior tem sua origem fixada no terço lateral da clavícula, convergindo para formar um tendão que se insere no tubérculo maior do úmero.


C

O sulco deltopeitoral, que contém de forma consistente a veia cefálica, é formado pela associação íntima do aspecto lateral do peitoral maior com o aspecto lateral do músculo deltoide.


D

A pele sobrejacente à porção inferior do músculo, adjacente ao reto inferior e irrigada pela artéria epigástrica superior, representa a área mais segura e confiável para a transferência cutânea.


E

A principal função do músculo peitoral maior é realizar a abdução e a rotação lateral do braço, sendo sua inervação motora fornecida exclusivamente pelo nervo peitoral lateral.

Para responder às questões 24 e 25, considere o seguinte caso clínico:


Homem, 41 anos, previamente hígido, apresenta dor torácica súbita há 6h, associada a sudorese e náuseas. O eletrocardiograma feito no hospital evidenciou supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior. Foi realizada cineangiocoronariografia, seguida de tomografia de coerência óptica (OCT) da artéria descendente anterior, conforme as figuras 5 e 6 a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas imagens obtidas pela OCT, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a melhor descrição dos achados morfológicos e o diagnóstico mais provável.


A

Presença de capa fibrosa rota com cavidade comunicante e trombo intraluminal – ruptura de placa aterosclerótica.


B

Superfície luminal irregular sem ruptura de capa fibrosa, com trombo aderido – erosão de placa aterosclerótica.


C

Múltiplos canais intraluminais separados por septos finos, sem sinais de aterosclerose significativa – trombo coronário organizado e recanalizado, sem evidência de aterosclerose significativa, possivelmente relacionado à dissecção coronariana espontânea (SCAD).


D

Redução luminal concêntrica dinâmica sem alteração estrutural da parede – espasmo coronário focal.


E

Massa intraluminal homogênea móvel, sem arquitetura septada – embolia coronária.

De acordo com recomendações contemporâneas de diretrizes internacionais para o manejo do choque cardiogênico, o suporte circulatório mecânico deve ser considerado diante de falha da terapêutica inicial, deterioração clínica ou progressão para estágios avançados da classificação da Society for Cardiovascular Angiography and Interventions (SCAI). Nesse contexto, assinale a alternativa correta.


A

Em pacientes com infarto agudo do miocárdio e choque cardiogênico, recomenda-se revascularização completa imediata de todos os vasos com lesões significativas durante o procedimento índice.


B

Valores superiores a 2,0 do índice de pulsatilidade da artéria pulmonar (PAPi) confirmam disfunção ventricular direita grave.


C

A oxigenação por membrana extracorpórea venoarterial periférica não aumenta a pós-carga do ventrículo esquerdo, sendo o método preferencial isolado nos casos de choque cardiogênico.


D

A teoria de descarregamento ventricular esquerdo previamente à reperfusão coronariana propõe aumento do consumo miocárdico de oxigênio e do estresse parietal como mecanismo de proteção contra lesão de reperfusão, motivo pelo qual o suporte mecânico deve ser instituído preferencialmente após a angioplastia primária.


E

Cardiac Power Output (CPO) <0,6 W está associado a choque cardiogênico grave e pior prognóstico, e pode auxiliar na indicação de suporte circulatório mecânico.

Homem, 72 anos, com história de hipertensão arterial sistêmica, diabetes melito tipo 2, doença arterial coronária prévia e tabagismo ativo, em uso de AAS 100 mg/dia, atorvastatina 40 mg/dia, enalapril 20 mg/dia e metformina 1.500 mg/dia, foi submetido há quatro semanas a angiografia coronária diagnóstica por via femoral, com necessidade de uso de introdutor longo, múltiplas manipulações e trocas de cateteres devido à tortuosidade aortoilíaca importante. Recebeu alta sem intercorrências imediatas. Duas semanas após o procedimento, iniciou quadro de dor abdominal difusa, mialgia em membros inferiores e piora progressiva da função renal. Evoluiu com redução do débito urinário, livedo reticular em membros inferiores e coloração arroxeada em pododáctilos, apesar de pulsos periféricos ainda palpáveis. Exames laboratoriais demonstram o seguinte:


• Hemoglobina 11,5 g/dL (VR: 12,1-16,0);

• Leucócitos 12.240/mm³ (VR: 3.600-11.000);

• Segmentados: 5.400/mm³ (44,1%) (VR: 45-70%);

• Eosinófilos: 3.840/mm³ (31,4%) (VR: 0-6%);

• Basófilos: 550/mm³ (4,5%) (VR: 0-4%);

• Linfócitos: 1.800mm³ (14,7%) (VR: 20-50%);

• Monócitos 650/mm³ (5,3%) (VR: 2-10%);

• Plaquetas: 200.000/mm³ (VR: 150.000-400.000);

• Creatinina: 3,8 mg/dL (VR: 0,7-1,3 mg/dL);

• Ureia: 94 mg/dL (VR: 14-45 mg/dL);

• CPK: 150 U/L (VR: 26-190 U/L).


Com base no quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável?


A

Reação alérgica tardia + doença renal crônica agudizada.


B

Agudização isquêmica dos MMII + lesão renal aguda pós-exposição ao meio de contraste iodado.


C

Lesão renal aguda pós-exposição ao meio de contraste iodado.


D

Embolia de cristais de colesterol secundária à manipulação arterial.


E

Rabdomiólise induzida por estatina.

O linfedema congênito de transmissão hereditária e familiar também é conhecido como:


A

Doença de Milroy.


B

Doença de Meige.


C

Linfedema precoce.


D

Síndrome de Maffucci.


E

Síndrome de Proteus.

   
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