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M.S.F., feminino, 67 anos, com claudicação intermitente progressiva há 18 meses, refratária ao tratamento clínico otimizado, incluindo cilostazol, reabilitação supervisionada e controle dos fatores de risco. O ITB é 0,58, e duplex scan mostra lesão femoropoplítea de 80% de estenose. Não apresenta isquemia crítica nem lesões tróficas. Exame físico e laboratorial normais. Segundo a diretriz ACC/AHA 2024, qual é a melhor conduta terapêutica a ser considerada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Manter o tratamento clínico exclusivo, pois não há isquemia crítica.
Indicar intervenção endovascular pela refratariedade ao tratamento clínico otimizado.
Encaminhar para bypass cirúrgica como primeira linha de tratamento.
Iniciar anticoagulação oral para prevenção de trombose arterial.