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Uma puérpera de 25 anos, primípara, procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) 10 dias após o parto vaginal, queixando-se de dor intensa e latejante na mama esquerda, associada a vermelhidão local, inchaço e febre baixa (38°C) há 2 dias. Ela relata dificuldade na amamentação, com o bebê chorando mais durante as mamadas. Ao exame físico, eritema difuso na mama esquerda, calor local, sensibilidade à palpação, sem nódulos flutuantes ou secreção purulenta. A paciente está em bom estado geral, sem sinais de sepse.
Considerando o contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) no SUS, qual é a conduta inicial mais apropriada?
Suspender imediatamente a amamentação na mama afetada, prescrever apenas compressas frias e referenciar para cirurgia de drenagem no hospital.
Orientar repouso absoluto, hidratação e observação domiciliar por 7 dias, sem medicação, para evitar antibioticoterapia desnecessária.
Suspeitar de candidíase mamilar associada e iniciar fluconazol 150 mg dose única, com suspensão temporária da amamentação e referência para infectologista.
Prescrever antibiótico oral associado à analgesia, compressas quentes e orientação para manutenção da amamentação ou extração manual de leite, com reavaliação em 48-72 horas.
Realizar punção aspirativa imediata na UBS para cultura e iniciar antibioticoterapia intravenosa, com internação hospitalar para monitoramento.