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Durante uma consulta de puericultura com uma criança de 7 meses, a médica pediatra observa que a mãe, de 19 anos, relata dificuldades para manter o aleitamento materno exclusivo, pois começou a oferecer mingau com açúcar desde os 5 meses, por orientação de familiares. A mãe vive com a avó da criança, que também acredita que o bebê “fica com fome só com o peito”. A profissional nota que a criança apresenta peso adequado para a idade, mas ainda não sustenta bem o tronco e demonstra pouco interesse visual e motor pelos brinquedos oferecidos. A mãe também refere cansaço, choro frequente e sentimento de culpa por “não estar dando conta”. Diante desse cenário, e considerando os princípios da atenção nos primeiros 1000 dias de vida, qual deve ser a conduta prioritária da equipe de saúde?
Prescrever fórmulas infantis e encaminhar a criança para avaliação neurológica urgente.
Reforçar com firmeza que a mãe está errada e que não deve escutar familiares, priorizando o aleitamento exclusivo até 12 meses.
Orientar de forma acolhedora sobre alimentação adequada e incentivar o aleitamento, além de investigar o estado emocional da mãe e propor suporte familiar e comunitário.
Aguardar a próxima consulta para observar se o desenvolvimento melhora com o tempo, pois cada criança tem seu ritmo.
Associar sulfato ferroso e vitamina D, alternando fórmula infantil e leite materno.