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A osteoporose secundária, especialmente associada a endocrinopatias (hiperparatireoidismo, hipogonadismo, excesso de glicocorticoides), apresenta peculiaridades diagnósticas em relação à forma primária. A International Osteoporosis Foundation (2022) enfatiza que o diagnóstico exige integração entre densitometria óssea, histórico clínico e investigação etiológica. Nesse contexto, qual proposição traduz o raciocínio mais acurado?
A densitometria óssea, por si só, diferencia com segurança formas secundárias, dispensando histórico clínico e exames laboratoriais complementares.
O hiperparatireoidismo primário raramente se manifesta com osteoporose e, quando presente, independe de confirmação bioquímica específica.
O excesso de glicocorticoides representa fator de risco consolidado para osteoporose secundária, induzindo remodelamento ósseo desfavorável.
A deficiência de testosterona em homens tem impacto mínimo na densidade mineral, não sendo considerada fator etiológico relevante.
A investigação das formas secundárias prescinde de exame laboratorial, dado que a densitometria óssea isoladamente é suficiente.