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O carcinoma diferenciado da tireoide (CDT) apresenta prognóstico favorável, mas risco não desprezível de recidiva tardia, exigindo seguimento clínico-laboratorial rigoroso. As Diretrizes da American Thyroid Association (2022) destacam a integração entre marcadores bioquímicos, imagem seriada e supressão hormonal como pilares de acompanhamento. Nesse quadro, qual proposição reflete de modo mais consistente o manejo pós-terapêutico atual?
A dosagem de tireoglobulina sérica em supressão é suficiente para rastrear recorrência, dispensando avaliação por imagem.
A ultrassonografia cervical, realizada periodicamente, constitui o único exame recomendado em pacientes tratados com radioiodo ablativo.
A supressão de TSH com levotiroxina deve ser universal e permanente, independentemente do risco de recidiva individual.
A estratificação de risco inicial permite reduzir o seguimento a consultas clínicas, dispensando ultrassonografia e dosagem seriada de tireoglobulina.
O seguimento deve integrar supressão de TSH, dosagem de tireoglobulina (em supressão ou estimulada) e ultrassonografia cervical seriada.