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Uma gestante de 22 anos de idade, na primeira consulta de pré‑natal, com 8 semanas de gestação, realizou um teste rápido para sífilis na unidade básica de saúde, com resultado não reagente. A paciente estava assintomática e não apresentava antecedentes de infecções sexualmente transmissíveis, como também não se apontaram fatores de risco adicionais relatados.
Com base nesse caso clínico hipotético e de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento da sífilis na gestação, assinale a opção que apresenta a conduta adequada.
repetir o teste rápido ou VDRL no início do 3º trimestre e no momento do parto
solicitar imediatamente um teste não treponêmico (VDRL ou RPR) para confirmar o resultado negativo
realizar teste treponêmico em soro materno para excluir falso negativo
repetir o teste apenas se houver sinais clínicos sugestivos durante a gestação
suspender novos testes, em razão de um resultado negativo inicial descartar sífilis durante toda a gestação