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Recém-nascido de 32 semanas, parto vaginal, mãe com...

Recém-nascido de 32 semanas, parto vaginal, mãe com corioamnionite clínica (febre intrapario 38,5 ºC, leucocitose materna e líquido amniótico fétido). O RN nasce em bom estado, Apgar 8/9, eupneico, corado. Após 6 horas de vida, apresenta taquipneia (FR de 72 irpm), retrações subcostais discretas e hipoxemia leve (SpO2 de 89% em ar ambiente). Hemograma: leucócitos 13.200/mm3, bastonetes 8%, plaquetas 240.000/mm3. Hemocultura coletada. Considerando as recomendações atuais para sepse neonatal precoce, assinale a alternativa correta.


A

A ausência de alterações significativas no hemograma descarta sepse precoce, sendo seguro apenas observar clinicamente o recém-nascido.


B

A principal medida preventiva é a vacinação materna contra Streptococcus agalactiae durante a gestação, já implementada em protocolos internacionais.


C

O início empírico imediato de antibioticoterapia com ampicilina + gentamicina é indicado neste cenário, devido ao risco aumentado por corioamnionite materna e sinais clínicos de instabilidade respiratória no RN.


D

A coleta de líquor deve ser realizada rotineiramente em todos os RN com suspeita de sepse precoce, independentemente da estabilidade clínica.


E

O uso profilático de vancomicina é recomendado em RN pré-termos expostos a corioamnionite, devido à alta prevalência de estafilococos coagulase-negativos como causa de sepse precoce.