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Um paciente do sexo masculino, 50 anos, diagnosticado com colite ulcerativa há 15 anos, com envolvimento extenso (pancolite) desde o início e com histórico de inflamação moderada a grave intermitente, apesar do tratamento com mesalazina e imunossupressores, está em maior risco de câncer colorretal (CCR) em comparação à população geral, devido à longa duração da doença e ao extenso envolvimento colônico. O gastroenterologista está revisando as diretrizes atuais para estabelecer um plano de vigilância a longo prazo, que deve considerar o risco individualizado do paciente e as melhores práticas de endoscopia e histopatologia. O paciente também expressa o desejo de participar ativamente das decisões sobre o seu plano de rastreamento. Considerando que os pacientes com DII permanecem em risco aumentado para CCR e morte por CCR em comparação com a população geral, qual dos seguintes elementos, referente ao manejo da neoplasia, é abordado como uma área central e de relevância clínica prática nas diretrizes de vigilância mais recentes?
A recomendação de biópsia aleatória (randomizada) a cada 5 cm como modalidade única e suficiente de rastreio em todas as colonoscopias.
A exclusão de biomarcadores e detecção assistida por inteligência artificial (IA) como modalidades de vigilância válidas, priorizando apenas a biópsia aleatória.
A indicação de colectomia total como a única opção terapêutica para qualquer grau de displasia, independentemente de ser detectada em lesões planas ou elevadas.
O manejo da displasia exige avaliação em uma equipe multidisciplinar (MDT), sendo que a decisão de tratamento deve sopesar opções endoscópicas e cirúrgicas conforme a ressecabilidade da lesão.
A exclusão completa e automática de pacientes com menos de 10 anos de diagnóstico da colite ulcerativa da estratificação de risco para neoplasia.