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Na terapia insulínica do Diabetes Mellitus tipo 1 ou 2, a...

Na terapia insulínica do Diabetes Mellitus tipo 1 ou 2, a substituição da insulina NPH por análogos basais de longa duração (como Glargina ou Degludeca) é frequentemente indicada para pacientes que apresentam instabilidade glicêmica e hipoglicemias noturnas. A vantagem farmacocinética decisiva desses análogos, que justifica clinicamente a redução do risco de hipoglicemia durante o sono em comparação à NPH, é:


A

a metabolização hepática acelerada, que impede o acúmulo da droga.


B

o início de ação ultrarrápido, cobrindo apenas o período pós-prandial do jantar.


C

a formação de microprecipitados ou multi-hexâmeros no subcutâneo, permitindo uma absorção estável e sem pico de ação pronunciado (perfil peakless).


D

a ligação exclusiva à albumina plasmática, que inativa a insulina até que haja hiperglicemia.


E

o aumento da secreção endógena de insulina pelas células beta remanescentes, dispensando a ação exógena direta.