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Em 2021 o câncer de mama tornou-se o câncer mais frequentemente diagnosticado no mundo.
De acordo com as recomendações para o rastreamento do câncer de mama no Brasil, do Colégio Brasileiro de Radiologia, da Sociedade Brasileira de Mastologia e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, assinale a alternativa correta.
Recomenda-se que a tomossíntese, quando disponível, seja realizada com a mamografia, mesmo nas mulheres de risco populacional usual.
Recomenda-se o rastreamento bianual com mamografia para as mulheres a partir dos 50 anos.
Não se recomenda ultrassonografia como rastreamento suplementar em mulheres com risco habitual, incluindo as com mamas densas.
Para mulheres com estimativa de risco alto para o câncer de mama, a ultrassonografia deve ser priorizada em relação à ressonância magnética.
Mulheres com mutação patogênica do gene BRCA1 devem realizar a ressonância magnética anualmente, a partir da idade em que o parente de 1o grau desenvolveu a doença.