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Um idoso de 86 anos, frágil (CFS 7), portador de DM2 de longa data, DRC estágio 3b e histórico de quedas recorrentes, faz uso de Metformina, Glibenclamida e Insulina NPH noturna. Sua HbA1c atual é de 6,8%. Conforme as diretrizes da SBD 2024/2025 para idosos com fragilidade e expectativa de vida reduzida, a conduta prioritária para o manejo glicêmico visando a segurança do paciente é:
Manter o esquema atual, pois a HbA1c < 7% é protetora contra complicações microvasculares e declínio cognitivo.
Substituir a Glibenclamida por uma Sulfonilureia de meia-vida curta (Glipizida) e manter a Insulina NPH.
Introduzir um inibidor de SGLT2 para proteção cardiorrenal e manter a HbA1c abaixo de 7,5%.
Suspender a Glibenclamida imediatamente e simplificar o esquema de insulina, visando uma meta de HbA1c entre 7,5% e 8,5%.
Aumentar a dose da Insulina NPH para suspender a Metformina, devido ao risco de acidose lática na DRC.