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Paciente de 32 anos, previamente hígido, é trazido à emergência em crise convulsiva tônico-clônica generalizada há 7 minutos. Sinais vitais estáveis, acesso venoso periférico já puncionado.
Após as medidas iniciais de via aérea e proteção física, a primeira conduta farmacológica mais adequada, segundo os protocolos atuais, é
administrar diazepam 10 mg IV em bolus, podendo repetir uma vez em 5 minutos se a crise persistir, e em seguida iniciar antiepiléptico de segunda linha se necessário.
iniciar imediatamente fenitoína 20 mg/kg IV sem uso prévio de benzodiazepínico, visto que a crise já dura mais de 5 minutos.
administrar apenas levetiracetam 500 mg VO, pois a via oral é suficiente na fase aguda.
aguardar fim espontâneo da crise sem medicação em até 30 minutos, pois o diazepam pode piorar ainda mais o nível neurológico do paciente.
administrar haloperidol 5 mg IV como droga de escolha para cessar a atividade convulsiva.