

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Um alergista prescreve um autoinjetor de epinefrina (EAI) para um paciente com diagnóstico recente de anafilaxia alimentar. O médico entrega a receita e informa verbalmente que o dispositivo deve ser usado “na coxa, em caso de reação grave”, mas não realiza o treinamento prático demonstrativo (com dispositivo de treinamento ou similar) sobre a técnica correta de aplicação. Sob a ótica da segurança do paciente e da responsabilidade profissional, essa conduta representa
uma violação do princípio da autonomia, pois o paciente não pôde escolher qual dispositivo usar.
um ato de imprudência, pois a epinefrina é uma medicação de risco que não deveria ser manuseada pelo paciente.
uma conduta adequada, pois a demonstração prática é responsabilidade do farmacêutico no momento da dispensação.
uma violação do princípio da justiça, pois o médico não forneceu o dispositivo de treinamento gratuitamente ao paciente.
uma falha por negligência, comprometendo a segurança do paciente ao omitir uma etapa essencial do plano terapêutico (treinamento).