Mulher de 76 anos, com bioprótese aórtica transcateter...
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Mulher de 76 anos, com bioprótese aórtica transcateter...

Mulher de 76 anos, com bioprótese aórtica transcateter implantada há 4 anos, passa a apresentar dispneia aos esforços e queda de tolerância ao exercício. No ecocardiograma transtorácico (ETT), há aumento do gradiente médio transvalvar em relação ao exame basal e redução do índice Doppler (Doppler Velocity Index – DVI). Não há febre ou sinais clínicos de infecção. Qual é a melhor conduta diagnóstica inicial para confirmar o mecanismo da disfunção da bioprótese e evitar erro de classificação?


A

Concluir disfunção estrutural da bioprótese com base apenas no gradiente elevado e indicar reintervenção.


B

Solicitar avaliação multimodal, priorizando ecocardiografia transesofágica (ETE) e tomografia computadorizada (TC) para diferenciar disfunção estrutural, trombose e mismatch prótese-paciente.


C

Considerar mismatch prótese-paciente como diagnóstico principal, independentemente do exame basal pós-implante.


D

Solicitar cateterismo cardíaco quando houver discrepância clínica importante com os achados ecocardiográficos, como complemento à investigação.


E

Suspender investigação por imagem e tratar clinicamente como insuficiência cardíaca sem reavaliação valvar.